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Morro do Formigão: Minuta do projeto do túnel será entregue hoje

Na noite de ontem, o superintendente do Dnit no sul do estado explanou a “que pé” andam as obras de duplicação da BR-101. “A obra do túnel é muito mais rápida do que da ponte, que pode chegar a dois anos. Temos muita pressa”, declara.

13 de Junho de 2008 às 00:00min

Zahyra Mattar
Tubarão

Ao contrário do que se observava no ano passado, o motorista que utiliza o trecho sul catarinense da BR-101 fica surpreso ao perceber como as obras de duplicação avançaram. É claro que existem alguns trechos onde as frentes de trabalho ainda não ‘atacaram’, como no banhado do Rio Cubículo, próximo ao acesso a Treze de Maio. Mas nem mesmo isso é capaz de abalar a certeza de que a obra não tem volta. Não fará parte do seleto grupo das estradas iniciadas e abandonadas.

Na noite de ontem, o superintendente do Departamento Nacional de Infra-estrutura em Transportes (Dnit) no sul do estado, engenheiro Avani Aguiar de Sá, explanou a que pé andam as obras de duplicação na Câmara de Vereadores de Tubarão. Além de reconfirmar a projeção do Dnit, de finalizar entre 70% a 80% da duplicação até o fim deste ano, algo que ele considera “completamente possível”, Avani apresentou novidades, como a entrega, hoje, em Florianópolis, da minuta do projeto do túnel no Morro do Formigão, em Tubarão.

A meta do Dnit é iniciar as obras do túnel e da ponte de Cabeçudas, em Laguna, as duas maiores obras de arte entre os lotes 25 e 26 (compreende de Itapirubá a Sangão), já no segundo semestre deste ano. “É possível. Amanhã (hoje), entregamos a minuta do projeto em Florianópolis. Queremos agilidade na aprovação de ambos os projetos para lançar o edital, quem sabe em agosto. A obra do túnel é muito mais rápida do que da ponte, que pode chegar a dois anos. Por isso, temos muita pressa”, detalha.
Sobre o atraso no cronograma diagramado para este ano, Avani é bastante taxativo. Não acredita que os problemas enfrentados no momento refletirão no resultado final, esperado para dezembro.

“Em Tubarão, tivemos um acréscimo significativo de obras de drenagem que não constavam no projeto. Pode transparecer, para o leigo, falta de planejamento, mas não é. Tudo isso é normal em obras da magnitude desta. Outro problema foi a chuva, em fevereiro. Mas isso é recuperado, com certeza. Outro fator, até inusitado, é a falta de aço no mercado brasileiro. A frente de trabalho no trevo da Feinvest, por exemplo, está parada há 15 dias por causa disso”, confere.

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