A desintoxicação orgânica para tratar a obesidade é a proposta do Núcleo de Ciências da Amazônia, que está ao alcance de todos. Através do programa Saúde Bilateral, o núcleo oferece atendimento a distância, considerado pelos pesquisadores botânicos como terapia do novo século ou terapia virtual. Para não haver riscos à saúde ou superdosagem das plantas medicinais, é necessário fazer alguns exames e uma avaliação terapêutica. Depois de avaliações, os fitoecologistas vegetais indicam a melhor combinação para cada caso: existem mais de duas mil espécies no estudo das plantas do Hiléa Amazônica, que devem ser consumidas em forma de chá ao longo de dois meses.
O método natural busca maneiras de combinar a farmacopeia da Floresta Amazônica para ajudar no processo de emagrecimento. Nutracêuticos fazem parte da aceleração de queima calórica. Os nutracêuticos são um conjunto de substâncias como vitaminas, sais minerais, ácidos graxos poli-insaturados ou fibras que, além de ajudarem a perder peso, podem prevenir doenças cardiovasculares. Entre as associações feitas estão as cascas da Púrpura Bacca que são ricas em fitoesteróis.
Obtendo resultados na queima calórica, a semente de Sálvia Officinalis é rica fonte de ômega 3, reduz a ansiedade, dando uma sensação de saciedade, reduz também níveis altos do mal colesterol, o LDL. O Núcleo de Ciências vem associando também a Alfazema Azul, para redução do estresse, causado quando vai se iniciar uma dieta, pois ela ajuda na liberação de uma substância chamada serotonina, a enzima do bom humor.
A intenção do consumo dos chás é estimular o obeso – por meio de um processo natural de desintoxicação – a sentir-se mais leve em nível cerebral. Para os cientistas, o ideal é proporcionar o emagrecimento ou a perda de peso de uma forma não invasiva, sem oferecer riscos à saúde, embutidos no uso de anfetaminas. As plantas medicinais atuam promovendo uma desintoxicação orgânica nas células e nos filtros de eliminação dos resíduos alimentares: fígado, vesícula, rins e intestino, auxiliando o organismo na perda gradativa do excesso de peso e impedindo que o paciente volte a engordar. É possível perder cerca de oito a dez quilos em um mês. Além de reduzir níveis de colesterol, triglicerídeos e glicose altos.
Os cientistas alertam que é preciso um estudo correto para não haver superdosagem, mesmo sendo plantas medicinais, pois são as altas doses que tornam os chás contraindicados. Pelo atendimento a distância, é possível obter o histórico individual do obeso, pelo qual os botânicos trabalham com subsídios suficientes para montar uma metodologia eficaz. Cada pessoa é um ser único, com estado de ânimo diferente e também com um metabolismo celular original.
Fuja do perigo – A falta de tempo, o grande consumo de fast-food, as alterações endócrinas, a falta de exercícios físicos e o estresse são os principais responsáveis pela obesidade, que atinge cerca de 40% da população do planeta hoje. Esse quadro se torna ainda mais complexo se considerarmos que, para tratá-la, são consumidos – muitas vezes de forma exagerada – remédios controlados para se perder peso, como as anfetaminas ou os inibidores cerebrais que atuam no Sistema Nervoso Central (SNC) e diminuem a ansiedade.
Porém, quando o indivíduo deixar de ingeri-lo, os estímulos se multiplicam, aumentando a compulsão alimentar e levando a uma dependência química perigosa, principalmente quando tomados concomitantemente com o uso do álcool ou outra droga. A maior resistência dos indivíduos obesos é reconhecer tais riscos. Diferente dos inúmeros e indesejáveis efeitos colaterais nesses medicamentos químicos, o mesmo já não acontece com os naturais. Para informações sobre a perda de peso com acompanhamento dos cientistas botânicos do Núcleo de Ciência, entre em contato pelo e-mail.