A internacionalização é um movimento que impressiona e transforma as instituições de ensino. Aproxima e leva alunos a conhecerem outros países, assim como traz este mundo para a universidade, com o ingresso de estudantes estrangeiros. No primeiro semestre de 2016, a Unesc abriu 12 editais que possibilitaram o ingresso na instituição a alunos estrangeiros e o intercâmbio dos nossos acadêmicos, bem como o programa One World (bolsas de estudos para estrangeiros da Europa, África, Ásia e Oceania).
Nesses processos seletivos, outros países passaram a integrar as possibilidades para a mobilidade acadêmica internacional na Unesc. Entre eles foram adicionados França, Canadá, Rússia e Irlanda, tais como Portugal e Espanha. Com isso, a instituição abre novos horizontes proporcionados pela universidade à sua comunidade acadêmica, oportunizando as possibilidades de estudos no exterior entre seis meses a um ano e de estar em um ambiente acadêmico oportuno para o aprendizado, oferecido por instituições parceiras da Unesc. A importância dessa experiência na vida dos acadêmicos é constatada pelos relatos realizados quando eles retornam à sua instituição de origem. Nesse particular momento de alçar voo, o estudante é submetido a uma transformação interna e passa a ver o mundo de forma mais ampla. A instituição promove um crescimento pessoal tão amplo que observamos a ida de um acadêmico e o retorno de outro.
Esse voo ao exterior, com novos idiomas, sociedade, costumes e ambientes diferentes, proporciona para a instituição a internacionalização, mas só é totalmente efetiva quando consegue trazer transformações internas e positivas que provocam mudanças em nossos acadêmicos e na própria universidade. A instituição se reinventa com a internacionalização, como se viu com a criação da Coordenadoria de Relações Internacionais há alguns anos, e na oferta de cursos gratuitos de português para estrangeiros. Como já é usual, a presença de alunos angolanos em nosso campus, que buscam a graduação e a pós-graduação, também constitui nossa comunidade acadêmica internacional, composta por 156 alunos de países como Rússia, República Tcheca, Peru, Senegal, Cabo Verde, República Democrática do Congo, Índia, Paraguai, Benin e Haiti – 11 nacionalidades provenientes dos acordos de cooperação internacional que cresceram nos últimos anos e hoje totalizam aproximadamente 50 convênios internacionais, sendo o mais recente firmado com a República da Macedônia.
A internacionalização, alinhada ao Ensino, à Pesquisa e à Extensão, promove a educação, por meio da mobilidade acadêmica, e as publicações de pesquisas com parcerias internacionais com outras instituições de diversos países, proporcionando ganhos à comunidade acadêmica, aos professores, assim como à comunidade científica internacional.