O Leão do Sul chegará para o grande confronto da final da competição sem Matheus Arence, Marcelo Quilder e Alessandro, que retornaram para as suas equipes, e o zagueiro Baggio lesionado. Por outro lado, os visitantes não contam com Wilson Jr
Jailson Vieira
Tubarão
Hercílio Luz e Concórdia disputam a primeira partida da final da Série B do Catarinense neste domingo, às 16h, no Estádio Aníbal Costa. Para o Leão do Sul, o jogo terá um sabor especial, pois reencontrará o seu fanático torcedor, que deve lotar a Toca e apoiará do início ao fim para que o time ganhe uma boa vantagem para o jogo da volta.
Em quase 99 anos, o time tubaronense, o mais tradicional do Estado em atividade, já conquistou o bicampeonato do Catarinense na Série A em 1957 e 1958. A equipe colorada foi a primeira de Santa Catarina a jogar a Taça Brasil, a atual Copa do Brasil. Mesmo disputando a Série B há alguns anos, os donos da casa nunca conquistaram o título. Por outro lado, o adversário tem apenas 12 anos de história e alcançou o acesso à elite do Estadual em 2010. Passou uma temporada na Série A e retornou em 2012 até esta temporada na Série B, quando Galo do Oeste e Leão do Sul tiveram êxito na temporada.
As duas equipes chegam para a partida em um bom momento, o Concórdia com a vitória em cima do Marcílio Dias por 1 x 0 e o Leão por 3 x 1 contra o Camboriú.
Amigos de longa data, os estudantes de Direito da Unisul, Davi de Oliveira, de anos 21, e Marcus Vinicius Sandrini Acorsi, também de 21, foram em quase todos os jogos do time tubaronense e se mostram confiantes no resultado deste domingo.
“O Concórdia realmente é um time muito forte que tem se destacado no campeonato ao comando do técnico Mauro Ovelha, que possui uma brilhante carreira à frente de clubes em SC e muita experiência nos campeonatos catarinenses das séries A e B. Entretanto, acredito na vitória do Leão, nosso time está em uma ótima fase e bem entrosado e encaixado. Vamos fazer o fator casa prevalecer novamente, sempre apoiando e jogando junto com o time”, enfatiza Davi.
Neto de um ex-presidente do Hercílio, Marcus conta que perdeu apenas três jogos do Colorado. “Comecei a acompanhar o Hercílio em 2009, convidado por alguns amigos. Como sabia que meu avô já havia sido presidente e tinha uma ligação grande com o clube, acabei tomando gosto e me tornando mais um torcedor.
Depois de anos batendo na trave, enfim vamos conseguir ver o Leão novamente no seu lugar”, comemora.
