Desde quando o presidente Jaime Dal Farra assumiu o Criciúma em 2015, ele nunca esteve em um momento tão crítico e rejeitado pela torcida. Com o Campeonato Catarinense feito de forma ruim, o Tigre começa a Série B de uma forma melancólica: quatro jogos e quatro derrotas.
Este início apavorante, para um time que iria brigar para subir, resultou no protesto da torcida. Nesta madrugada, o muro do Estádio Heriberto Hülse foi pichado com “Fora Dal Farra. Vaza. FDP”.
A última vez que foi pichado o muro do Majestoso foi em 2014 após a derrota para o Botafogo pelo placar de 6 a 0. Na época, picharam o muro “perder sem lutar é vergonha” e “6×0 vergonha nacional”.
Protestos durante e depois do jogo retratam mau momento vivido pelo Tigre
A Torcida do Criciúma perdeu a paciência com os jogadores, comissão técnica e diretoria do Criciúma com a quarta derrota seguida na Série B. Jogadores como Luiz, Nino, Alex Maranhão e Zé Carlos não foram perdoados pela torcida, principalmente Luiz e Nino, que tiveram falhas cruciais, que resultaram em dois gols da equipe adversária.
Luiz e Nino foram vaiados sempre que pegaram na bola após as folhas, Marlon e Zé Carlos também não foram perdoados após expulsões.
Além das vaias ao time durante o jogo, gritos de vergonha e xingamentos em direção ao camarote do clube marcaram os minutos finais da partida que determinou mais uma derrota para o Tigre, Criciúma 1 x 3 CSA.
