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Buscas são feitas na lagoa

Existe a suspeita de que  a arma usada contra a vítima, bem como sua bicicleta, possam ter sido jogadas na lagoa.
Existe a suspeita de que a arma usada contra a vítima, bem como sua bicicleta, possam ter sido jogadas na lagoa.

Mirna Graciela
Capivari de Baixo

Na tarde de ontem, os bombeiros de Capivari de Baixo realizaram buscas na lagoa do Barreiro com a intenção de localizar a arma utilizada no assassinato de Douglas Gomes Gravi, 25 anos, bem como a sua bicicleta. Mas nada foi localizado. Ele foi morto no último dia 12.

Segundo o delegado Nazil Bento Júnior, várias linhas de investigação são trabalhadas, mas tudo leva à suposição de que tenha sido um latrocínio. “Como a lagoa fica perto do local do homicídio e de onde encontramos a pochete da vítima, tudo leva a crer que o responsável pelo crime possa ter jogado a bicicleta e a arma aqui”, revelou o delegado, que acompanhou os trabalhos.
Um dos suspeitos do homicídio, de 19 anos, teve prisão preventiva decretada na segunda-feira e está no Presídio Regional de Tubarão. “O prendemos porque ele estaria influenciando na coleta de provas. Ele nega os fatos e há contradições em seu depoimento com os das outras testemunhas”, justificou o delegado.

No entanto, existem outros suspeitos de terem cometido o crime. “Vamos descobrir qual foi a participação de cada um, mas há fortes indícios deste jovem ter envolvimento direto”, fundamentou. Os bombeiros não realizaram as buscas em toda a lagoa, que possui uma profundidade de três a sete metros e a água estava muito turva.
Douglas foi encontrado morto na rua Projetada, no bairro Três de Maio, ao lado do salão da igreja. Ele foi atingido por um tiro na nuca.

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