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Com liminar, protesto pode não ocorrer

Em 2013, o grupo bloqueou a ponte de Cabeçuda em defesa dos direitos dos trabalhadores  -  Foto:Elvis Palma/Divulgação/Notisul
Em 2013, o grupo bloqueou a ponte de Cabeçuda em defesa dos direitos dos trabalhadores - Foto:Elvis Palma/Divulgação/Notisul

Tubarão

Os sindicatos que representam os trabalhadores de vários setores e entidades de movimentos sociais organizavam uma manifestação contra a lei da terceirização para esta quinta-feira na ponte de Cabeçuda, em Laguna. Porém, a justiça federal emitiu na noite desta quarta-feira uma liminar que impede o ato e aplica uma multa de R$ 100 mil aos responsáveis pela organização.

A presidenta do Sindicato dos Comerciários de Tubarão, Elizandra Anselmo, citada como ré pelo juiz Timoteo Rafael Piangers – da 1ª Vara Federal de Laguna, explica que uma reunião será realizada nesta quinta-feira para definir o que será feito. “O jurídico está estudando a situação. Vamos definir em reunião. Podemos optar em alterar o dia ou local”, destaca. “Em 2013, bloqueamos a ponte de Cabeçuda em defesa dos direitos dos trabalhadores e não prejudicamos ninguém”, ressalta.

Cerca de 500 pessoas foram confirmadas para o ato. Entre elas, os representantes dos sindicatos dos comerciários, dos professores das redes pública e particular, dos ferroviários, dos trabalhadores da indústria de energia elétrica do sul, dos bancários, dos químicos, dos mineiros e da saúde.

A rodovia federal no trecho de Laguna é marcada pelas longas filas em decorrência das obras de duplicação da BR-101. Em véspera de feriado, a situação se agrava.

Conforme o chefe da delegacia da PRF da Cidade Azul, Wilmen Vieira, a manifestação não foi autorizada. Caso o protesto ocorra, a PRF vai usar medidas preventivas para evitar o bloqueio do trânsito. 

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