
Tubarão
Uma das premissas da Beckhauser Malhas, sediada em Tubarão, é a adoção de práticas que minimizem os danos ao meio ambiente. Ao longo dos últimos anos, a empresa investe forte em tecnologia, sempre visando três focos: eficiência, economia e ecologia.
Além de investir na reciclagem de fios e papéis, a organização possui uma Estação de Tratamento de Efluentes (ETE) própria, que evita qualquer tipo de contaminação dos recursos hídricos locais.
A empresa tubaronense é pioneira no estado em tratamento de água e ar. A Beckhauser Malhas foi indicada para concorrer ao prêmio Fritz Müller, concedido pela Fatma às instituições sediadas em Santa Catarina que se destacam no controle da poluição gerada nos processos de produção industrial.
Tem-se um forte controle de materiais reciclados, devido ao consumo de várias espécies, como produtos químicos, nocivos ao meio ambiente, como papel, plástico, derivados do óleo, papelão, cones, fios, lodo e resíduos da tinturaria. Alguns destes materiais, caso dos derivados do óleo, lodo e resíduos da tinturaria, são enviados para empresas especializadas, onde são reaproveitados para incineração. Papéis, plásticos e cones são doados para instituições filantrópicas, que os transformam em peças de artesanato.
Óleo de fritura deve ser reciclado
A Ossotuba, sediada no bairro Sertão dos Mendes, em Tubarão, é uma empresa que processa subprodutos de origem animal (penas, vísceras, ossos, sangue), e os transforma em matéria-prima para ser utilizada como ração animal.
Preocupada com o desenvolvimento local e regional, e com a conservação das nascentes e dos rios, a Ossotuba integra o projeto Óleo no Futuro, com o intuito de estimular e sensibilizar a comunidade sobre a importância do descarte adequado do óleo de fritura.
Este material é altamente prejudicial ao meio ambiente. O objetivo do projeto é conscientizar e alertar sobre os impactos ambientais causados pelo descarte inadequado do óleo.
O projeto visa ainda propor alternativas, como a reciclagem, o que favorece a exploração econômica deste resíduo de maneira a gerar mais emprego e renda.
Jogar óleo de cozinha na pia ou no ralo é um erro. Um litro do produto é o suficiente para contaminar cerca de um milhão de litros de água, o equivalente ao consumo de uma pessoa por 14 anos.
Nós somos a solução!
Solo, água, ar. Em cada área, em cada cidade da região, um problema distinto e, hoje, corajosamente combatido. Evidentemente, há muito para avançar, mas dar o primeiro passo é o mais importante.
Mineração, dejetos de suínos, esgoto doméstico e industrial, uso irresponsável de agrotóxicos, o lixo jogado na rua. Se há algo que as cidades da região têm a celebrar neste domingo, Dia do Meio Ambiente, é que aprenderam com seus erros e hoje tentam, cada qual a sua forma, reverter a situação.
Praticamente todos os municípios da região apresentam problemas ambientais. O maior deles continua a ser o mesmo e é comum: a água. Em 12 cidades, os cursos d’água estão poluídos; o assoreamento dos rios é observado em dez municípios.
Ainda envolvendo a água, há escassez em outras oito cidades. A região enfrenta ainda o desmatamento (em oito municípios); a contaminação do solo (em sete); a poluição do ar (em seis); a degradação de áreas legalmente protegidas (em sete); as queimadas (em seis).
prejuízo ambiental já tem reflexos na economia da região. Ainda que haja organização formatada em entidades e ONGs, por exemplo, cada cidadão precisa fazer a sua parte: economizar água, energia, preferir a sacola de pano, não jogar lixo nas ruas.
Ações individuais geram resultados tão positivos quanto em grupo. A solução para salvar o planeta já existe: somos nós! O que falta é cada um fazer, de verdade, a sua parte.