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Corretores avaliam a profissão

Walério atua como corretor há 23 anos com muita satisfação.
Walério atua como corretor há 23 anos com muita satisfação.

Karen Novochadlo
Tubarão

O dia 27 de agosto é marcado como o Dia do Corretor de Imóveis, uma profissão regulamentada há 49 anos e exercida há muito mais tempo. No Brasil, pode-se dizer que iniciou na época da colonização, quando já existia no país uma preocupação com a comercialização e o registro de imóveis.

Para o presidente da Imobiliárias Associadas de Tubarão e Região da Amurel (Iata) e delegado na região do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis de Santa Catarina (Creci-SC), Paulo Mayer, é emocionante ajudar alguém a comprar a primeira casa própria. “É gratificante ajudar um pai ou mãe de família a encontrar a casa dos sonhos, comprada com muito sacrifício”, emociona-se Paulo. “É uma satisfação porque, a cada venda, realizamos um sonho de uma família”, acrescenta o vice-presidente do Sindicato da Habitação e Condomínios (Secovi-SC), Walério Berkenbrock.

A venda ou a compra de um imóvel através de um corretor poupa o cliente de muita dor de cabeça, afinal, o profissional também é o responsável pela comercialização.
A profissão de corretor tem muitos desafios, como o próprio reconhecimento da sociedade. Uma das dificuldades apontadas por Walério é a falta de comunicação com as construtoras. “Hoje, nós temos imóveis voltados à classe média alta. Mas faltam para valores de R$ 80 mil a R$ 200 mil. Até mesmo imóveis para a locação para estudantes estão em falta”, analisa Walério.
Em contrapartida, o mercado está aquecido. “Hoje, a facilidade de obtenção do crédito, as taxas baixas de juros e a inflação baixa estimulam a compra dos imóveis”, explica Paulo.

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