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Critérios científicos garantem resultados

Renato Rampinelli, diretor do Instituto de Pesquisa Catarinense (IPC), conta que este ano foram feitos levantamento em mais de 60 cidades. "Em 90% dos casos os números 'bateram'. E nos 10% restantes ficaram dentro da margem de erro", revela..
Renato Rampinelli, diretor do Instituto de Pesquisa Catarinense (IPC), conta que este ano foram feitos levantamento em mais de 60 cidades. "Em 90% dos casos os números 'bateram'. E nos 10% restantes ficaram dentro da margem de erro", revela..

Priscila Loch
Tubarão

Os critérios técnicos e científicos usados nas nove pesquisas eleitorais divulgadas pelo Notisul este ano – cinco em Tubarão, duas em Braço do Norte e duas em Laguna – mostraram nas urnas que é possível, sim, confiar em levantamentos deste tipo. Desde que envolvam empresas sérias e imparciais.

Desde 2004, o Notisul já contratou cerca de 25 pesquisas ao Instituto de Pesquisa Catarinense (IPC), com sede em Criciúma. E os resultados sempre comprovaram esta seriedade.
Mais de 60 cidades de quase todas as regiões do estado e também no Paraná foram acompanhadas pelo instituto este ano e, com base nas entrevistas feitas na última semana antes do pleito, em 90% dos casos os números 'bateram'. "E nos 10% restantes ficaram dentro da margem de erro", revela o diretor do IPC, professor Renato Rampinelli.

As pesquisas são feitas em forma de amostragem, a partir do retrato eleitoral de cada cidade. Em Tubarão, por exemplo, são mais de 70 mil eleitores e foram realizadas 625 entrevistas. "É como um copo cheio de café. Para provar se está forte, azedo ou doce, não precisa tomar o copo todo, basta um pouquinho. A amostra funciona da mesma forma", explica Renato.
O fato de trabalhar com todos os partidos políticos é mais um ponto destacado pelo diretor do IPC como credenciador de um trabalho isento. "Que as pessoas reflitam que existem empresas e institutos sérios que trabalham sem bandeira", acrescenta. 

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