Há uma onda universal de tudo se mudar em termos de comportamento e atitude, em detrimento de toda uma construção moral estabelecida por milhares de anos. O maior código moral de comportamento instituído pela lei mosaica os dez mandamentos, de inspiração judaico/cristã, independentemente, é praticada por todas as nações, mesmo as não cristãs. Esta onda de perversão como uma peste, está destruindo toda força espiritual baseada nas virtudes, como um combate sem fim entre o bem e o mal.
Nas relações sociais a pessoa de caráter perverso, procura manobrar habilmente o outro, até que seus valores sejam totalmente substituídos pela maldade. A perversidade de um indivíduo ou de uma instituição (traficante, máfia etc.) carrega caráter ruim, com a propositura de destruir uma ordem jurídica, social, mesmo natural (uniões do mesmo gênero) estabelecida.
O clímax da perversão mostra-se excepcionalmente excitante numa pluralidade “maníaca de prazer”. Vivenciamos a criação da moral perversa, demolidora de valores, relativismo absurdo em relação à ética, à moral, onde o homem se acha autossuficiente em si mesmo, pelo poder e pelo materialismo ateu, assentados na obscuridade humanista, progenitora da iniquidade. Está se forjando uma nova sociedade com a bandeira que “o mundo agora é outro”.
A proliferação dos valores imorais é aberrante nos dias atuais; nessa sociedade a multiplicação das expressões da iniquidade, permite nos lembrar de Isaias (5:20): “Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem, mal; dos que transformam as trevas em luz e a luz em trevas; dos que mudam o amargo em doce e o doce em amargo!”. O componente da perversão moral do bem em mal e vice versa, abrange todas as classes sociais, e o estado segue esta diretriz.
O oportunismo da perversão está ligado à sexualidade humana; força que Criador deu para permitir a perpetuação da espécie; decorrente biologicamente dos hormônios produzidos para esta finalidade que no nível da libido se denomina prazer. A única espada moral para contrapor a promiscuidades é a virtude da castidade. O sexo fora dos padrões morais adquire caráter perverso, caindo sobre o próprio ser humano, pela degradação e sua autodestruição. Os desvios mais evidentes da personalidade são: sadismo, masoquismo, pedofilia, prostituição, pederastia.
A regra é espalhar a perversão em todas as direções, através da luxúria, libertinagem sexual, corrupção do poder, ganância pelo lucro. Círculos intelectuais estão contaminados pela maldade, “o que ontem era tão perverso e vergonhoso, hoje são orgulho e status”.
Neste caldeirão fétido da perversidade se criam monstros contemporâneos: pederastia, prostituição, corrupção do poder. A febre e os sintomas desta epidemia já se manifestam na violência sem fim em todos os quadrantes do planeta. Sodoma e Gomorra não foram amostras suficientes para o risco que corre agora toda espécie humana.
