Tubarão
O início das atividades de desassoreamento do Rio Tubarão ficará mesmo para o próximo ano. Os trabalhos realizados atualmente são destinados ao projeto de impacto ambiental e a buscas de recursos para as obras de dragagem.
Para dar andamento nos dois pontos, a comissão de acompanhamento dos projetos para manutenção da calho do Rio Tubarão e os técnicos da Prosul, empresa responsável pelos estudos ambientais, estiveram reunidos na sede da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola (Cidasc), em Tubarão, para estudar itens pertinentes à execução da obra.
“Nosso encontro foi muito positivo, com inúmeros andamentos que contribuíram para apontar as necessidades reais das obras complementares”, ressalta o gerente da Cidasc, Claudemir Souza dos Santos.
Ele relata ainda que ficou acertado para a próxima semana um encontro com representantes do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) da superintendência regional, sobre as obras na ponte, conhecida como Cavalcanti.
“Nossa equipe pretende buscar informações sobre o destino que será realizado com o material descartado pela demolição da ponte”, conta Claudemir, que informa outro acerto definido na reunião: o acompanhamento dos estudos da Prosul na secretaria de estado da defesa civil referente ao projeto ambiental.
Obra
É estimada a retirada de areia nas águas do Rio Tubarão desde a Ponte Cavalcanti, na BR-101, na Cidade Azul, até o Molhes da Barra, em Laguna, em um percurso de aproximadamente 34 quilômetros. No ano passado, foi concluído o projeto executivo da obra em primeira etapa e, atualmente é elaborado o projeto ambiental, que finalizará com o alvará para as licenças ambientais, e somente assim iniciar a redragagem.