Tubarão
Uso de documentos falsos e peculato foram os crimes que condenaram o ex-vereador Geraldo Pereira, conhecido como Jarrão, e sua ex-assessora Cynara Guimarães, ambos de Tubarão.
Em 2010, Jarrão e Cynara foram flagrados na praia de Porto de Galinhas enquanto deveriam estar em um curso de capacitação pago pela Câmara de Vereadores da Cidade Azul. O caso foi mostrado em rede nacional pelo “Fantástico”, da Rede Globo.
O juiz Rodrigo Fagundes Mourão, da 1ª Vara Criminal de Tubarão, setenciou a pena de reclusão, aplicada aos dois, de três anos, com a sanção privativa de liberdade substituída por duas restritivas de direitos, consistentes na prestação de serviços à comunidade e na prestação pecuniária no valor de dois salários mínimos. Os acusados também foram condenados ao pagamento das custas processuais.
Jarrão e Cynara devolveram o dinheiro das diárias recebidas pela Câmara no mesmo ano da viagem – total de R$ 2.867,20, cada um. A assessora foi exonerada com a justificativa de nepotismo, por ser sobrinha de Jarrão.
Procurados pela equipe do Notisul, a informação é apenas que ambos recorrerão ao Tribunal de Justiça. Nesta semana, o juiz Mourão expediu uma intimação para Jarrão referente a um processo de impobridade administrativa, por meio de uma Ação Civil Pública.
