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Gestão garante o atendimento

Na última quinta-feira, professores da rede municipal se reuniram em frente ao paço municipal, em manifestação. As reivindicações foram entregues ao prefeito e os impasses podem ser solucionados nesta semana. Foto: Amanda Menger/PMT/Notisul
Na última quinta-feira, professores da rede municipal se reuniram em frente ao paço municipal, em manifestação. As reivindicações foram entregues ao prefeito e os impasses podem ser solucionados nesta semana. Foto: Amanda Menger/PMT/Notisul

Maria Julia Goulart
Tubarão

A situação dos professores ACTs não deve ser resolvida. Os servidores batalham para conseguir o recesso escolar neste mês, porém, isto não deve ocorrer. Os gestores da prefeitura de Tubarão informaram que os centros de educação infantil (CEIs) não deverão fechar neste período, devido à necessidade da população em utilizar o serviço.
“Nenhuma informação oficial foi dada ainda, mas, com a divulgação do funcionamento dos CEIs, é notório que os professores ACTs não tenham o direito concedido”, revela a presidenta do Sintermut, Laura Oppa.

De acordo com o prefeito Olavio Falchetti, há uma ação civil pública movida pelo Ministério Público para que os municípios, não somente a Cidade Azul, ofereça o serviço durante as férias. Os professores efetivos, no entanto, terão recesso da próxima segunda-feira até o dia 2 de agosto.

A classe municipal fez manifestações durante a última quinta-feira, em alusão ao Dia Nacional da Luta. No protesto, as reivindicações da categoria foram encaminhadas ao prefeito. De acordo com Laura, um dos pedidos é a redução da jornada de trabalho de 40 para 30 horas semanais.

Assembleia será realizada

Os professores da rede municipal irão realizar assembleia amanhã, a partir das 19 horas, no auditório do Praça Shopping, para discutir o que será feito com relação aos CEIs seguirem abertos no período de férias escolares. Os professores em caráter temporário reivindicam recesso. Durante o encontro, será decidido se novas intervenções serão feitas.

“Temos uma nova reunião com a diretora-presidenta da fundação de educação, Lúcia Helena Fernandes de Souza, e este impasse deve, enfim, ser resolvido. Estamos confiantes”, revela Oppa.
Entre outros pedidos está o aumento da regência de classe, de 18% para 25% e o acréscimo à hora atividade e na progressão vertical dos níveis de graduação.
 

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