Tubarão
Segue indefinido o porte de arma de fogo para a Guarda Municipal de Tubarão (GMT). Desde esta segunda-feira, segundo o diretor da GMT, Flávio José Martins, os equipamentos seguem retidos na sede da entidade e os agentes atuam apenas na proteção ao patrimônio, como postos de saúde e a própria sede do executivo.
“Encaminhei os papéis ao jurídico e eles darão os encaminhamentos para resolver o problema. Não tenho como ter uma expectativa”, observa Flávio, que descarta a hipótese de qualquer paralisação, nos moldes como ocorre em Florianópolis. “Os agentes já se reuniram para conversar sobre isso e não vai ter greve”, garante.
De acordo com o diretor da Guarda Municipal, o trabalho segue normalmente. Há cinco viaturas no município equipadas com rádio, além de uma estrutura de apoio. Ontem, segundo Flávio, os agentes estiveram também na frente de escola e, devido às chuvas fortes, cogitou-se a saída para monitorar o trânsito, o que não ocorreu. “Está bem tranquilo, graças a Deus. A drenagem das ruas estão respondendo bem e o trânsito fluiu normalmente. A Defesa Civil está de plantão. Caso for necessário, estamos à disposição”, explica.
Parte dos guardas municipais da região aguardava com expectativa o resultado de uma assembleia da categoria em Florianópolis sobre o uso das armas na capital. Segundo o sindicato da categoria, ficou para 12 de outubro a volta definitiva de todos os guardas municipais, um total de 170 membros, com a conclusão dos treinamentos apontados pela Polícia Federal (PF) como necessários para o uso de armas.
Em Tubarão, segundo a PF, o caso é semelhante ao de Florianópolis. “A primeira coisa a fazer é o município cumprir todos os requisitos para firmar um novo convênio”, detalha o delegado Luis Carlos Korff, chefe do setor de comunicação da Superintendência Regional da PF.
