Haia, Holanda
Há cinco semanas um pastor holandês iniciou o que parecia ser um serviço religioso comum, até este domingo (2), o culto continua como uma espécie de maratona e ao que parece os trabalhos não devem se encerrar tão cedo. A igreja Bethel, em Haia, tenta impedir a deportação de uma família armênia, que teve negado o seu pedido de asilo após viver quase nove anos na Holanda, mesmo afirmando que eles estariam em perigo se retornassem ao país de origem.
As denominações Bethel e a Igreja Protestante, que a família faz parte tiram vantagem de uma lei holandesa, a qual na maioria das vezes, impede que as autoridades do país conduzam operações em um lugar, no qual, serviços religiosos ocorrem. A estratégia é abrigar a família no lugar e assim, ter um serviço religiosos 24h por dia.
Antes, colocar a ideia em prática era um desafio logístico, algumas pessoas fizeram uma escala para que pastores pudessem ocupar espaços vagos. Agora, no entanto, mais de 450 líderes religiosos, querem celebrar cultos e missas no local.
A família Tamrazyam, formada por pai, mãe e três filhos com idades entre 21,19 e 14 anos, afirmou ter saído da Armênia após receber ameaças de morte por causa do ativismo político do pai. As pessoas que trabalham com a família se recusaram a contar quais as causas políticas o homem está envolvido.
