A história da pequena Lívia Locks ganhou o Brasil. Ela teve o caso apresentado pelo Jornal da Record, no dia 4 de dezembro. A reportagem mostrou a luta da família contra o tempo e a briga na justiça para dar continuidade ao tratamento, que foi suspenso pela justiça no mês passado.
A menina já tomou 4 doses das 6, correspondente à primeira parte do tratamento. Cada aplicação custa R$ 280 mil. A próxima dose deve ser tomada ainda este mês e se ela não tomar, tudo vai ter sido em vão. Mas a família não tem dinheiro para comprar o medicamento.
De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde o tratamento é paliativo e inviável devido ao alto custo.
Já o Ministério da Saúde emitiu comunicado de que a Comissão Nacional Incorporação de Tecnologia avaliou o medicamento e considerou que as evidências clínicas e os resultados obtidos com tratamento não mudaram a evolução da doença.
“Ela me abraçou a primeira vez este ano e já consegue segurar uma colher. A alegação utilizada pela União e Estado de que não houve progresso não é real.
No Brasil há 106 processos judiciais com o pedido do mesmo medicamento, e segundo o MS, o custo por paciente chega a R$ 2 milhões.
