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Hospital Santa Teresinha: Atendimento é suspenso

Wagner da Silva
Braço do Norte

Os pacientes de Grão-Pará, encaminhados para atendimento no Hospital Santa Teresinha desde quarta-feira, são obrigados a tirar do próprio bolso o valor da consulta e outros procedimentos feitos na instituição de saúde.
Isto porque a diretoria do HST suspendeu o atendimento aos moradores do município sob a argumentação de que a prefeitura não realizou o pagamento do convênio firmado com o hospital.

Grão-Pará não possui um pronto socorro e todos os atendimentos de urgência e emergência são feitos no HST. Cerca de 170 pessoas do município são atendidas no hospital de Braço do Norte por mês. O número não contabiliza procedimentos secundários, como raio-x, exames laboratoriais, eletros e internações.

No convênio firmado entre o HST e a prefeitura, ficou definido um repasse de R$ 3 mil mensais à instituição. Mas há quatro meses o repasse foi suspenso pela administração, o que gerou uma dívida de R$ 12 mil. Por conta disso, os atendimentos foram suspensos. A administradora da instituição, Maria Celir Tenfen, a Zê, explica que um comunicado, por escrito, foi enviado à prefeitura antes da medida ter sido tomada.

“Tentamos conversar e entrar em acordo por várias oportunidades. Houve a promessa de pagamento, mas nada oficializado. Não sobrou outra alternativa”, lamenta. A liberação do atendimento, diz Zê, depende de uma proposta de pagamento. O que até agora não foi feito. O prefeito em exercício e secretário de saúde de Grão-Pará, Estevão Ghisoni, rebate. Segundo ele, a culpa é do HST que deveria prestar contas dos atendimentos mensalmente. “Houve atraso nesta documentação e, por isso, o pagamento não foi feito. Com isso, os valores acumularam e por questões burocrática não há como fazer o empenho de outro serviço”, justifica Estevão.

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