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Imbituba adere ao programa DEL

O projeto foi aprovado na Câmara de Vereadores na última semana  -  Foto: Divulgação/Notisul
O projeto foi aprovado na Câmara de Vereadores na última semana - Foto: Divulgação/Notisul

Imbituba

Uma proposta de modelo de gestão para o desenvolvimento de Imbituba e região, garantindo a continuidade de projetos de interesse da comunidade, em prol do desenvolvimento econômico sustentável do município. Esse é o Programa de Desenvolvimento Econômico Local (DEL), proposto ao município pela Associação Empresarial de Imbituba (Acim) e Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc). Ele conta com uma metodologia importada da Alemanha. A prefeitura de Imbituba implantará o projeto, aprovado na Câmara de Vereadores na última semana.
 
O DEL cria uma plataforma de diálogo entre parceiros públicos, setor empresarial e atores não governamentais. Os resultados desse envolvimento são reflexo de um trabalho coletivo e colaborativo, aparecendo na forma do desenvolvimento local e sustentável.  Segundo o prefeito Rosenvaldo Júnior, a participação da sociedade e o pensamento a longo prazo que o DEL oferece estão de acordo com o seu alinhamento de governo. “Não podemos pensar em mudar de rumos a cada quatro anos. Acredito que instituir um modelo de gestão capaz de contribuir para o desenvolvimento seja a chave para planejarmos uma Imbituba melhor a longo prazo, unindo as iniciativas pública e privada para garantir projetos de interesse da comunidade, em prol do desenvolvimento sustentável”, afirma.

Jaime Pacheco Alves, presidente da Acim, afirma que “no DEL parceiros públicos, o setor empresarial e atores não governamentais trabalham coletivamente para melhorar as condições de crescimento econômico e da geração de emprego. Os municípios são replanejados com projeção de 20 anos à frente”. O programa já é executado em Braço do Norte, referência no Estado por suas práticas e resultados.

Objetivos
Premissas do DEL

Há três principais premissas do DEL. A primeira é que a cidade é protagonista. O município decide o planejamento e as ações, a associação oferece a metodologia. A segunda premissa é que todos participam. Entidades representativas, comunidade local, toda a sociedade civil é chamada para integrar as câmaras técnicas, sendo que Poder Público não fica isolado. E a terceira é o planejamento a longo prazo, independente de governos, para que os projetos tenham início, meio e fim e realmente estejam alinhados com o desenvolvimento econômico sustentável.

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