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Informalidade é alta em Jaguaruna

Zahyra Mattar
Jaguaruna

A falta de oportunidade implica em um número alarmante em Jaguaruna. Conforme um levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), no Ministério do Trabalho, até 2008, haviam 3.098 cidadãos no mercado informal em Jaguaruna. Pedreiros, serventes, domésticas e costureiras, entre outros profissionais, atuavam sem quaisquer garantia trabalhista.

Paralelamente, eram 2.259 pessoas com carteira assinada. Por conta disso, a prefeitura resolveu investir pesado na idealização de um espaço para incentivar a instalação de indústrias no município. E deu certo. Até dezembro deste ano, pelo menos 78 novas vagas de empregos serão abertas em Jaguaruna. Isto porque o Parque Industrial Mergíneo Joaquim dos Santos, na estrada geral do Retiro, acaba de sair do papel.

As primeiras três empresas a se instalarem no local aguardam apenas a liberação das escrituras – isto deve ocorrer esta semana – para poderem começar a construir. As indústrias são a Premolbras, de Tubarão, a Eumar Comércio de Embalagens e a Neucir Capra, uma fábrica de móveis sob medida. As duas últimas são de Jaguaruna.
“Todos os empresários trabalham com prazo até dezembro deste ano. Até 2007, conforme o IBGE, nosso crescimento foi de 1,05% ao ano. Agora, com este investimento no município, queremos pelo menos chegar próximo à média do país, que está em 1,21 ao ano”, almeja a diretora de indústria e comércio da prefeitura de Jaguaruna, Maria Angela Perito Schmitz.

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