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Investimento pode voltar para o estado

Zahyra Mattar
Tubarão
 
A finalização da obra do Pronto-Atendimento (UPA) 24 Horas de Tubarão pauta uma audiência, hoje, em Florianópolis. A promessa do vice-governador, Eduardo Moreira (PMDB), em construir o prédio, foi reforçada na semana passada.
 
E é justamente isso que a reunião tratará. A missão é do secretário de desenvolvimento regional em Tubarão, Estêner Soratto Júnior (PSDB). O vice-prefeito da Cidade Azul, Akilson Machado (PT), o acompanha.
 
O encontro foi pedido pelo governador Raimundo Colombo na semana passada, quando visitou o município. A obra, até o ano passado, era feita por meio de um convênio com o estado, que já repassou R$ 1,3 milhão.
 
Com as dificuldades financeiras da prefeitura, Colombo reforçou a promessa do seu vice e assegurou o envio de mais R$ 2 milhões para edificar a estrutura na rua Januário Alves Garcia, no centro da margem esquerda.
 
A proposta é que o município não formule convênios, mas que o estado assuma todo o ônus e entregue o prédio pronto para ser equipado e, então, entrar em funcionamento.
 
Como existe a sinalização do governo federal para bancar a obra, não existe nada definido. No último dia 29 de abril, Akilson esteve em audiência com representantes do Ministério da Saúde, da Caixa Econômica Federal e do estado para ver esta possibilidade.
 
A dificuldade da prefeitura é arcar com a contrapartida, cerca de 33% do valor total da obra, que é de R$ 3,6 milhões.
 
Inauguração seria no mês passado
A unidade de pronto-atendimento 24 horas de Tubarão é construída em uma área de quase 1,4 mil metros quadrados. Os trabalhos iniciaram em abril do ano passado. Pelo contrato, a previsão de inauguração seria o mês passado.
A unidade foi projetada para absorver cerca de 80% do movimento do setor de emergência do Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC). Serão seis leitos, com possibilidade de ampliação para oito.
No local, serão realizados desde serviços de pronto-atendimento considerados menos graves, até pequenas cirurgias. Os casos de maior complexidade continuarão a ser encaminhados aos hospitais.
 
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