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Magistério reivindica melhorias

Com faixas de protesto, professores fizeram intensa manifestação na manhã desta terça-feira  -  Fotos:Laura Isabel Oppa/Sintermut/Divulgação/Notisul
Com faixas de protesto, professores fizeram intensa manifestação na manhã desta terça-feira - Fotos:Laura Isabel Oppa/Sintermut/Divulgação/Notisul
Maycon Vianna
Capivari de Baixo
 
A manhã desta terça-feira foi de manifestação em Capivari de Baixo. Cerca de 50 professores da rede municipal de ensino, dos 415 que integram a rede, protestaram, com saída da Escola Municipal Dom Anselmo Pietrulla, no bairro Santa Lúcia, até a sede da prefeitura, no Centro. 
 
Não houve acordo sobre a questão salarial. Segundo a diretoria do Sindicato dos Trabalhadores na Área da Educação da Rede Municipal de Tubarão e Capivari de Baixo (Sintermut), em 2011, integrantes do executivo da Cidade Termelétrica pagavam o melhor vencimento aos professores, superando as expectativas de toda a região em relação ao piso nacional. “Já em 2012, o índice estabelecido pelo Ministério da Educação (MEC), de mais de 22,22%, foi ignorado pelo governo municipal. No ano passado, foi pago 7,97% em novembro e em dezembro, sem retroativo a janeiro, como estabelece a lei, e neste ano não obtivemos nenhum reajuste”, lamenta a presidente do Sintermut, Laura Isabel Guimarães Oppa. 
 
Integrantes da prefeitura de Capivari de Baixo pretendem pagar o valor referente ao retroativo diluindo o valor de quatro vezes de 6%. “A atual situação orçamentária do município não nos permite acertar de forma diferente. Vamos começar a pagar no início de 2015, entre fevereiro em março”, planeja a secretária de educação, Márcia Roberge Cargnin.
 
Ainda de acordo com Laura, as manifestações não terão fim até que as reivindicações sejam atendidas. “Os professores recebem um pouco mais de R$ 1,2 mil, o que é pouco para a categoria. O pagamento em parcelas é contestado pela classe e a tabela está completamente defasada”, detalha.
 
 
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