
Tubarão
Mais de 40% das pessoas, em Tubarão, que pertencem aos grupos prioritários para receber a dose contra a influenza, estão imunizadas. Em Capivari de Baixo, 49,51% receberam a vacina contra a gripe. A campanha segue até o próximo dia 22 e as doses podem ser encontradas nas unidades de saúde com sala de vacina ativa.
Na Cidade Azul, desde o início da campanha até o Dia D, realizado no último sábado, mais de 8 mil pessoas passaram pelas salas de vacina. Deste número, 25,8% (1.338) são crianças, 48,29% (1.300) trabalhadores de saúde, 24,34% (230) gestantes e 47,29% (5.710) idosos. A meta é imunizar 80% de cada grupo.
Na Cidade Termelétrica, 38,24% são crianças, 53,52% profissionais da saúde, 32,64% gestantes, 56,41% puérperas e 57,38% idosos. A influenza é uma doença respiratória infecciosa de origem viral, que pode levar a complicações graves e ao óbito, especialmente nos grupos de alto risco para as complicações da infecção.
Conforme a secretária de saúde de Capivari de Baixo, Cristina da Silveira, o índice de vacinação é bom. “Pedimos para as pessoas que fazem parte dos grupos prioritários que ainda não se vacinaram para que não se descuidem, nem deixem para procurar os locais nos últimos dias. Os grupos prioritários são justamente formados por pessoas mais suscetíveis à gripe, então é importante a imunização para evitar problemas maiores”, alerta.
Casos confirmados
De acordo com a Dive, este ano foram confirmados 15 casos de complicações causadas por algum vírus da gripe no estado, a síndrome respiratória aguda grave por influenza. Em 2014, Santa Catarina registrou 174 casos e 13 pessoas morreram. Já em 2013, foram 492 casos com 42 mortes.
Primeira morte por H1N1 é registrada no estado
A primeira morte deste ano, em Santa Catarina, por Gripe A, H1N1, foi confirmada pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive). Um homem de 57 anos morreu na madrugada desta segunda-feira, em Videira, no oeste catarinense.
O homem morava na cidade e estava há aproximadamente duas semanas internado na unidade de terapia intensiva (UTI) do hospital de Videira e não resistiu.
A Vigilância Epidemiológica do município informou que, como ele não fazia parte do grupo prioritário da vacinação contra o vírus H1N1, não foi vacinado pela rede pública. Apesar disso, não sabia informar se havia se vacinado por conta própria.