Zahyra Mattar
Tubarão
Em novembro do ano passado, quando o vice-prefeito de Tubarão, Pepê Collaço (PP), esteve em Brasília para apresentar uma série de projetos junto ao Ministério das Cidades, um detalhe importante foi sinalizado pelos técnicos.
Havia a necessidade de um levantamento topográfico para complementar os projetos referentes às macrodrenagens do bairro Humaitá de Cima e da margem direita do Rio Tubarão.
E realmente a prefeitura hoje é carente em informações neste sentido. Não é sabido exatamente quais as localidades que não têm rede de drenagem. Onde tem, não se sabe a real situação. Este tipo de infraestrutura é essencial para evitar alagamentos em épocas de chuvas, por exemplo.
Esta necessidade fez surgir um novo investimento planejado pelos gestores municipais. Trata-se de um mapeamento da cidade. Este estudo, que será feito por uma empresa a ser contratada por meio de uma licitação, será uma espécie de estudo minucioso que apontará quais as necessidades da cidade em relação à infraestrutura de drenagem.
“Com isso, poderemos programar outros investimentos importantes neste sentido. Inclusive complementar os projetos que já estão sob análise em Brasília”, valoriza o vice-prefeito.
Com a certificação do município pela Estratégia Internacional para a Redução de Desastres das Nações Unidas (EIRD/Onu), a estruturação da cidade em relação a obras de prevenção de desastres naturais tornou-se ainda mais evidente e prioritária.
Obras apresentadas em Brasília, que dependem do mapeamento topográfico
♦ Obra: Macrodrenagem da margem direita do Rio Tubarão.
Valor: R$ 13.711387,87.
O que é: A exemplo do que será feito na margem esquerda, a obra prevê a implantação de novas redes de drenagem e construção de galerias no bairro Oficinas e adjacências.
♦ Obra: Macrodrenagem e pavimentação do bairro Humaitá de Cima.
Valor: R$ 6.608.189,94.
O que é: Complementação das obras de macrodrenagem da margem esquerda.
