Tubarão
Neste domingo, à 0h, começa o horário brasileiro de verão. O objetivo da medida é gerar economia de energia, já que os dias são mais longos durante o verão e a primavera, possível usufruir da luz solar. Os relógios serão adiantados em uma hora nos estados das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul. Ou seja, as regiões Norte e Nordeste não participam do ajuste, o que resulta em uma hora de ‘atraso’ no Leste do Amazonas e nos Estados de Roraima e Rondônia em relação ao horário de Brasília. Já o Oeste do Amazonas e Acre permanecem duas horas atrás.
O horário de verão vigora até o dia 17 de fevereiro de 2019, à 0h, quando os relógios terão seus horários retrocedidos em uma hora. Desde 2008, a prática possui caráter permanente em nosso país, instituída (quase) sempre do terceiro domingo de outubro até o terceiro domingo de fevereiro do próximo ano. Em 2018 a mudança ocorre mais tarde devido às Eleições e, embora tenha sido cogitado um segundo adiamento para não prejudicar os estudantes que farão o Exame Nacional do Ensino Médio (neste domingo), este não foi adotado.
E o que as alterações nos ponteiros têm a ver com o seu comportamento? Tudo! Mesmo que não seja uma modificação brusca como no caso de viagens para locais com fusos horários muito diferentes, em que ocorre o fenômeno do ‘jet lag’. Entre os efeitos indesejados da mudança de uma hora no dia a dia, é possível listar irritabilidade, cansaço, insônia e distúrbios no apetite, já que as pessoas possuem uma espécie de relógio biológico natural. Nos primeiros dias, o organismo demora um pouco para se acostumar, mas com programação é possível passar por essa fase sem maiores problemas.
