
Silvana Lucas
Capivari de Baixo
A população de Capivari de Baixo agora pode contar os dias para voltar a procurar a Unidade de Prontoatendimento (UPA) 24 horas para os serviços de urgência e emergência.
Depois de um ano fechado por problemas estruturais, foi assinada ontem a ordem de serviço para início da reforma no local. O prazo de conclusão é de 90 dias.
“Vamos começar os trabalhos na próxima segunda-feira”, informa o diretor da Magapavi Construtora Terraplanagem e Pavimentadora Ltda., Pedro Paulo Alves. A empresa ganhou a licitação pelo valor de R$ 678.799,88.
Para o prefeito Moacir Rabelo da Silva (PP), a obra é de grande importância para toda a região. “O fechamento da unidade foi uma medida muito triste, mas necessária, que agora passa a ser parte do passado. Em breve, será uma vitória para toda a comunidade”, ressalta Moacir.
Conforme a secretária de saúde da prefeitura, Inês Eulália Reis, este ato representa o comprometimento da administração pública com a população. “Essa obra é a conclusão de uma lacuna que ficou dentro de nossa gestão. Por desgaste do tempo, nos gerou muitos atritos”, ressalta Inês, e acrescenta que toda a equipe está pronta para atender a população. “Funcionários, médicos estão prontos para iniciar os atendimentos. Também serão comprados equipamentos”, salienta.
“Se realmente a unidade for aberta no início do próximo ano, a população não necessitará mais se deslocar até Tubarão para ser atendida no prontosocorro”, analisa o capivariense Wigor Anatan.
Estrutura
Quando pronta, a UPA contará com 14 leitos hospitalares, procedimentos de raio-x e exames laboratoriais, um total de 32 sala de atendimento, distribuídos em 1.231 metros quadrados. A estrutura fica na Rua Tarcísio Vilela, no bairro Caçador.
Interdição do local
Em outubro do ano passado, a UPA 24 horas de Capivari foi interditada pela Defesa Civil em decorrência da necessidade de reforma no prédio. A unidade estava com as armações de madeira do telhado comprometidas e sérios riscos de cair a qualquer momento. Além disso, as estruturas das instalações elétricas também estavam precárias. Devido ao superaquecimento das fiações, os apagões eram frequentes.