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Obras iniciam em setembro

Com a reorganização dos materiais de concreto, os moradores aguardam os operários no local. Foto: Christian Ayala/Decom/Prefeitura de Tubarão/Divulgação/Notisul.
Com a reorganização dos materiais de concreto, os moradores aguardam os operários no local. Foto: Christian Ayala/Decom/Prefeitura de Tubarão/Divulgação/Notisul.

Silvana Lucas
Tubarão

Os moradores da rua dos Ferroviários, próximo ao Estádio Domingos Silveira Gonzalez, no bairro de Oficinas, em Tubarão, aguardam desde 2009 uma solução para o problema de drenagem na localidade e a utilização dos inúmeros tubos de concreto dispostos para a realização da obra.

Conforme o secretário de infraestrutura, Ismael Medeiros, a obra está em fase de licitação. “Por enquanto não haverá trabalhadores na localidade, somente após todo o processo licitatório, então os trabalhos deverão começar somente em setembro”.

De acordo com ele, a rede de drenagem será realizada em duas etapas. “A primeira fase segue do fim da rua dos Ferroviários até a rua Júlio Bopré, com a execução de uma rede de drenagem paralela, já existente na via”, detalha Ismael. Em um segundo momento, a drenagem seguirá até a rua Ângelo Zamparetti, próximo ao campo do Noroeste.

“Na obra serão drenados 917 metros em oito meses de execução, estimados em um investimento de R$ 726 mil”, declara o secretário.

Recentemente ocorreu uma audiência pública na Câmara de Vereadores, por solicitação do vereador João Gonçalves Fernandes (PSDB), atualmente licenciado e morador da rua dos Ferroviários, para maiores esclarecimentos sobre a realização da rede de drenagem.

“O encontro foi muito positivo, quando lideranças da comunidade e do executivo debateram sobre os tubos depositados na via pública e a obra que contribuirá com o escoamento das águas pluvias na região”, ressalta João.

Histórico do local

Anterior à drenagem hoje existente, em grande parte da rua dos Ferroviários havia uma vala, onde o odor e o mato eram a grande preocupação dos moradores. Anos após a drenagem do local, o problema é outro e considerado pela população como mais grave. Quando chove muito, não há escoamento da água, que se acumula e chega às residências, fato ocorrido em 2010, onde o município decretou situação de emergência.

Defesa civil
Conforme os estudos, o alagamento, até então, ocorre quando a chuva é equivalente a 50 milímetros por hora. “Hoje, a drenagem pluvial utiliza a mesma tubulação do sistema de esgoto sanitário”, ressalta o secretário de proteção e defesa civil, Rafael Marques.
 

 

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