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Restos de construção podem ser reciclados

Com o objetivo de preservar o meio ambiente, os materiais separados são entregues para uma empresa especializada que oferece o destino correto para as sobras. Fotos: Fotos: Eduardo Zabot/Notisul
Com o objetivo de preservar o meio ambiente, os materiais separados são entregues para uma empresa especializada que oferece o destino correto para as sobras. Fotos: Fotos: Eduardo Zabot/Notisul

Eduardo Zabot
Tubarão

A preocupação com o meio ambiente exige uma responsabilidade muito grande do poder público. Mas cada pessoa também tem responsabilidade, deve fazer a sua parte para que a natureza não seja prejudicada.
Protetor do meio ambiente, o empresário Rodolpho Paes de Oliveira, o Dodô, nunca deixou de proteger áreas verdes e os animais. Hoje proprietário de uma construtora, dá um grande exemplo de como as pessoas devem comportar-se em relação à natureza. “Eu sempre cuidei e cuido do meio ambiente. Para mim, a natureza deve ser preservada, cuidada, mas infelizmente ninguém se importa com isso, principalmente os poderes públicos”, relata.

Nas obras da construtora, os colaboradores participam frequentemente de palestras com uma engenheira ambiental contratada para que todas as atitudes em prol do meio ambiente sejam aplicadas corretamente. “Você vai em alguma obra minha e vê latões para separar os restos de ferro, madeira, papel, cimento e vários outros tipos de materiais que podem ser reciclados”, ressalta.

Além disso, nas construções de prédios a construtora Comcord utiliza equipamentos para não causar poluição do ar e sonora, como é o caso do perfurador para fazer as fundações. “Eu não uso bate-estaca, aquilo é muito ruim, perturba a vizinhança com o barulho e ainda agride o solo”, declara.

Praça pública é mantida pela construtora

Outra forma de ajudar a natureza é a criação de uma praça. Assim que construiu um dos residenciais no São Brás, fez questão de pedir o espaço à prefeitura de Tubarão para fazer uma praça em conjunto com a própria comunidade. “Pago um jardineiro para ficar todos os dias no local e regar, replantar, capinar, cuidar daquele espaço que é da comunidade”, conta.

Na visão do empresário, a cidade precisa de mais cuidados, como lixeiras em todas as ruas, para que a população não jogue lixo no chão. “Nós temos que ter educação. Se não tem lixeira, guarda no bolso até encontrar uma. Mas a prefeitura tem que colaborar, não custa nada encher a cidade de lixeira”, avalia.

 

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