Início Opinião SC-100 – Chega de jogo do empurra!

SC-100 – Chega de jogo do empurra!

Já está demais, assim ninguém aguenta; uma hora é uma coisa, outra hora é outra, e assim vão nos enrolando com balela em cima de balela!

Isto é o que mais eu tenho ouvido do pessoal do Farol de Santa Marta e arredores, quando falam da tal SC-100 e a chegada do tão sonhado asfalto no trecho Balsa/Camacho (por enquanto, por lá, só uma S 100 nada!) 
Dando um passo à frente, querendo uma solução imediata para o impasse, os mais inconformados, por conta disso, têm até uma sugestão a quem interessar possa: se não dá para tocar a obra lá pela Passagem da Barra, que abandonem tudo e recomecem pelo lado do Camacho, em Jaguaruna, onde o leito parece bem melhor e com menos complicação. Quem é de Laguna, claro, não concorda. 
 
Os moradores do Farol reclamam também, e muito, por exemplo, de quem manda e desmanda no processo, por não ter feito um planejamento adequado e definitivo das obras e, mais ainda, por ter chegado a entraves historicamente comuns e prováveis nessas situações, como as tais licenças ambientais e as indenizações por desapropriação. 
 
Direto e reto, os nativos cutucam: apressaram-se e fizeram quase tudo no chute, colocando, como se diz no popular, o carro na frente dos bois.      
E, pensando rápido, é certo se admitir que eles estão com boa dose de razão pois aquela obra está num puxa-e-estica que não acaba mais. 
 
Só na promessa, a tal melhoria ficou  uma Era e nada de acontecer. E agora, quando parecia que a coisa ia andar, desandou, justamente quando nos davam certa esperança, com uma boa enfezada de máquinas e homens na pista e tudo mais que pudesse parecer definitivo. Estava até bonito de se ver! – Pena que a alegria durou pouco e a obra empacou de vez. Tudo indica que vamos ter por aí mais um pit stop de razoável duração. As máquinas sumiram como num sopro, e os trabalhadores também!   
 
Nada contra quem lá estiver, mas o difícil, daqui por diante, é acreditar num novo dessa vez vai! Quando outra vez encontrarmos aqueles operários com seus equipamentos, devidamente paramentados como quem vai ao trabalho de campo para dar andamento e concluir uma obra. – E temos todo direito de desconfiar, não é mesmo? Também, pudera!
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