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Secretário responde moção de repúdio

São Ludgero

O secretário de saúde de Santa Catarina, João Paulo Kleinubing, se pronunciou sobre a moção de repúdio que os vereadores da Associção dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec) emitiram sobre a possibilidade de o governo do estado fechar as oito centrais reguladores do Serviço Móvel de Urgência e Emergência (Samu) para centralizar o atendimento em Florianópolis.

O documento foi desenvolvido em uma reunião motivada pela Comissão de Saúde do Legislativo Criciumense, que contou com a participação de integrantes do SindSaúde e representantes de Câmaras de cidades vizinhas.

Kleinubing acredita que os atendimentos não serão prejudicados pela centralização, pois é proposta apenas a redução das centrais de atendimento. “Quem mora em Braço do Norte, por exemplo, hoje é atendido em Criciúma e vai passar a ser em Florianópolis. Não há diferença alguma. Quem recebe a ligação não é a pessoa que atende a ocorrência”, explica.

Além da redução de custos, Kleinubing vê outras vantagens com a centralização. “O que estamos propondo é que, por meio desta redução, queremos buscar uma melhoria operacional deste serviço. Temos o ponto de vista de padronizar o atendimento e ter um ganho operacional”, afirma o secretário.

Debate
Hoje, em Laguna, dentro da programação do 1º Encontro de Secretários de Saúde de Santa Catarina, promovido pelo Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Santa Catarina (Cosems), ocorre uma mesa redonda que irá debater a situação atual e perspectivas para o Samu. O tema abordará também questões referentes à coordenação e funcionamento do sistema. Os funcionários do Samu, que são contra a centralização dos serviços e temem uma demissão em massa, farão uma manifestação pacífica no local. Tarjas pretas foram colocadas nos uniformes e nas unidades móveis.    

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