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Serviços serão interrompidos na segunda-feira

O funcionários da prefeitura tem se mostrado descontentes com o governo de Moacir Rabelo (PP)  -  Foto:Sintermut/Divulgação/Notisul
O funcionários da prefeitura tem se mostrado descontentes com o governo de Moacir Rabelo (PP) - Foto:Sintermut/Divulgação/Notisul

Jailson Vieira
Capivari de Baixo

Os servidores públicos municipais de diversos setores de Capivari de Baixo farão um dia de paralisação na próxima segunda-feira, a decisão ocorreu ontem em assembleia. A medida servirá para pressionar o prefeito Moacir Rabelo (PP) a pagar os salários que estão atrasados desde o último dia 30.

Além deste montante, o depósito da primeira parcela do 13º dos profissionais não ocorreu.  A ‘promessa’ é que os valores serão depositados nesta sexta-feira e no próximo dia 20, o 13º deverá ser quitado integralmente. 

De acordo com a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Municipal de Tubarão e Capivari de Baixo (Sintermut), Laura Oppa, o funcionalismo público da Cidade Termelétrica tem sido desrespeitado e a categoria não aguenta mais o descaso do prefeito. “A situação é lamentável os servidores estão indignados. São descontados vale-transportes em folha salarial, porém os profissionais não tem recebido o que lhe é devido. Na assembleia foi cogitada uma auditoria com as contas públicas e esperamos que possam ser aceita pelos vereadores”, expõe Laura.

Mais de 200 servidores compareceram a reunião e conforme a presidente do Sintermut, eles garantem que assedio moral algum os fará voltar atrás do que foi decidido no encontro. “Nada os fará mudar. A paralisação da próxima segunda-feira deverá ser só o primeiro ato. Vamos nos reunir em frente ao Ginásio Juan Manoel dos Santos no centro da cidade e seguiremos até a prefeitura. Se os atrasos e outras faltas continuarem a ocorrer, é possível que futuramente os funcionários entrem em greve”, assegura Laura.

Mais uma vez, a equipe do Notisul entrou em contato com o prefeito Moacir Rabelo, contudo, ele não atendeu e nem retornou às ligações.

Servidores entram em confronto com os militares
Centenas de funcionários públicos estaduais das áreas de educação, saúde e segurança entraram em confronto ontem pela manhã com os policiais militares no hall da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), em Florianópolis. Os profissionais são contra as alterações na carreira do funcionalismo público estadual e o Plano de Carreira do Magistério, que seria votada na Alesc pelos deputados.
A votação não foi realizada na Comissão de Constituição e Justiça, a pedido do deputado Valdir Cobalchini (PMDB) e deve ocorrer na próxima terça-feira. Os militares utilizaram spray de pimenta para conter os ânimos dos profissionais que estavam na assembleia. Além dos policiais os trabalhadores da Alesc utilizaram spray de pimenta para atingir os manifestantes.
Conforme os representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte/SC), diversos boletins de ocorrência foram registrados, porque muitos manifestantes foram agredidos pelos policiais. 
Os servidores decidiram ontem, em reunião, que permanecerão em vigília na Alesc para acompanhar os trâmites dos projetos, que segundo eles não são favoráveis.


Os servidores decidiram que permanecerão em vigília na Alesc
Foto:Sinte-SC/Divulgação/Notisul

 

 

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