Jailson Vieira
Tubarão
A chama olímpica passou pela região no último domingo e comoveu a população. A celebração atraiu centenas de pessoas pelas ruas de Tubarão e Laguna em uma manhã ensolarada.
Alguns dias se passaram e um dos condutores, o historiador do arquivo público da Cidade Azul, Jonathan Magnun Prim, escolhido por uma das patrocinadoras do evento mundial, tem levado o símbolo olímpico a lugares públicos.
“No ato da inscrição tinha que contar uma história. Além de historiador, sou professor. Relatei sobre como é ensinar uma criança na sala de aula e ter essa mesma experiência dentro de casa. O resultado foi divulgado em fevereiro e tive que manter segredo”, revela.
Jonathan conduziu a tocha em Torres, no Rio Grande do Sul. O tubaronense Diego Blasius foi quem entregou o símbolo para o conterrâneo, no sábado, por volta das 14 horas, na cidade gaúcha.
O historiador explica que a proposta é expor o símbolo no shopping e no museu. “Amanhã (hoje) uma boa parte dos condutores estará no Happy Hour Cultural, às 19 horas, no museu Willy Zumblick, para mostrar a tocha à população. Queremos levá-la também para dentro do shopping”, expõe.
O revezamento da tocha no Brasil começou no dia 3 de maio, em Brasília. Um dos símbolos máximos dos Jogos Olímpicos passará por mais de 300 municípios brasileiros até chegar ao Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, no próximo dia 5, data da cerimônia de abertura.
A chama foi acesa com os raios do sol no dia 21 de abril em Olímpia, na Grécia, seguindo tradição milenar. Ela passou por algumas cidades gregas até chegar ao Brasil.
