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Solução para o esgoto é estudada

Atualmente, são sete focos de esgoto ‘in natura’ nos 300 metros da Prainha
Atualmente, são sete focos de esgoto ‘in natura’ nos 300 metros da Prainha

Laguna

 

Projetos elaborados por universidades do estado estão entre as propostas para a instalação de um sistema alternativo de tratamento de esgoto na Prainha do Farol de Santa Marta, em Laguna. A opção foi apresentada por técnicos da Casan às lideranças comunitárias, organizações ambientais e secretarias de saúde e planejamento da prefeitura.
 
O objetivo do encontro foi diagnosticar a viabilidade para elaboração de um projeto para a localidade. Alternativas como emissário submarino e tratamento convencional por sucção estão descartados. Ambos são inviáveis devido à localização do Cabo de Santa Marta.
 
Uma das soluções apontadas seria o de canalização dos córregos que desembocam na pequena faixa de areia, e o devido tratamento para continuar a despejar no mar. Neste caso, contudo, é necessário o aval dos órgãos ambientais.
 
Um novo encontro será realizado nos próximos dias, com a participação da Fatma, ICMBio, representantes de universidades, técnicos da Casan, comissão pró-saneamento do Farol e prefeitura, para iniciar uma ação conjunta.
 
Atualmente, são sete focos de esgoto em uma extensão que não chega a 300 metros. Os córregos pluviais são usados para despejar o esgoto ‘in natura’ na Prainha desde o início da década de 80.
 
Além de tornar a água inadequada para o banho – da região, a Prainha é a que mais aparece no relatório da Fatma como local impróprio -, o problema também já reflete no turismo. A atividade gera renda extra para cerca de 200 famílias da localidade.
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