Início Opinião Tirania de gênero: Genitor um, Genitor dois…

Tirania de gênero: Genitor um, Genitor dois…

Cada vez mais está sendo urdidas nos porões palacianos, leis com finalidade de destruir a família tal como foi construída pela história. Com belos efeitos de capa, – “Educar para a diversidade na escola” – usam os argumentos de combater a discriminação e o bullying nas escolas; no fundo, a verdadeira intenção é “direcionar” as crianças para ideologia preconceituosa contra a família, contra os pais, a religião e principalmente gerar conflito existencial nas diferenças entre o pai e mãe.  
 
O que mais estarrece, representantes eleitos pelo povo na Câmara Federal e Senado de convicções católicas, evangélicas e outras referências religiosas estão sendo aprisionados em consciência por uma exigência de alinhamento político-ideológico, sem qualquer respeito aos verdadeiros sentimentos da sociedade, sua cultura, tradições e história. Também, é de se reconhecer uma minoria guerreira, que atrás das trincheiras morais, lutam bravamente para manter os valores tradicionais da sociedade, contra grupos nazifascistas que pretendem destruir a qualquer preço. 
 
Os inimigos da família querem transformar toda a sociedade num “novo” modelo, para compensar suas frustrações, seus vazios existenciais. Pela proposta de feministas radicais do Governo todos os documentos de identidades deverão ser aposto a expressão “Genitor 1, Genitor 2”, em lugar de pai e mãe. A sociedade inteira, arriscamos 99%, se obrigará mudar, por causa do outro percentual. A exceção passará ser regra.
 
 A leitura ideológica de gênero leva considerar só os efeitos dos desvios morais, – não as causas do problema, que pode ser desemprego, educação, assistência à saúde, disparidades sociais – que uma minoria acabou no constrangimento, para reparar um desvio cometido pelos seus genitores. Então se levanta a bandeira, do “politicamente correto”, dos direitos das minorias. Ok.  Mas como fica o direito das maiorias? Ou seja, vamos destruir toda uma construção cultural, que nos permitiu viver em relativa paz, para atender uma minoria que em geral vieram a este mundo, desconhecendo sua ascendência! Como cristão lamentamos entristecidamente. Devemos respeitar em dignidade, acolhimento e amor. O estado como instituição deve abrigar a todos. Mas que se busquem leis que encontre uma forma honrada para com estes cidadãos, sem violar a cultura da maioria.
 
A estrutura dicotômica natural estabelecida pelo Criador, de homem/mulher, macho/fêmea em todas as espécies vivas, não pode ser mudada pelo espírito relativista que está inundando a sociedade. Esta ordem é perpétua, e por esta ordem perpetuarão as espécies.  
 
Agora, arautos da “nova era” querem mudar tudo, inclusive decretar a diversidade, tratando a identidade do homem e da mulher como puras abstrações culturais. Querem transformar as escolas em verdadeiros centros de doutrinação, tal como foi praticado no período nazifascista. A continuar esta onda transformista, os pais não poderão mais educar seus filhos pelas suas tradições e convicções de fé, sob pena de sanções. O Estado assumirá esta missão. Esse filme já foi visto, e todos sabem no que deu. 
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