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Vereador tem prisão mantida

 

Mirna Graciela
Gravatal
 
Amanhã completa um mês da prisão do vereador de Gravatal Vilmar da Luz Mendonça, 60 anos, o Mazinho, acusado de pedofilia. Ele está no Presídio Regional de Tubarão. O caso segue em segredo de justiça, por envolver menores. 
 
Na última quarta-feira, a juíza Anuska Felski, da comarca de Armazém, decidiu manter a prisão preventiva. A denúncia foi acolhida pela magistrada. O inquérito resultou em uma ação penal, quando iniciará a fase de instrução probatória.
 
Com isto, serão remetidas as cartas precatórias (para pessoas que moram em outras comarcas) e o agendamento de depoimentos de testemunhas de defesa e de acusação. Depois, é previsto o julgamento. 
 
Questões relacionadas a réu preso têm prioridades nos trâmites, por orientação da corregedoria geral. No entanto, a decisão de mantê-lo preso pode mudar, pois a defesa tem vários recursos, inclusive já pediu o habeas corpus. 
 
O vereador foi preso por meio de um mandado expedido pela comarca de Armazém, no dia 3 do mês passado. Ele é acusado de praticar atos libidinosos em garotas com menos de 13 anos. Uma denúncia anônima ao Conselho Tutelar, de que uma menina de 12 anos sofria os abusos, foi o que deu início às investigações.  
 
Outras meninas procuraram o Conselho Tutelar e duas delas foram à delegacia de Gravatal denunciar Vilmar. As investigações apontam que o vereador cometia o crime há um bom tempo. Uma idosa de 65 anos, avó de uma das meninas, também foi presa no mesmo dia que ele e encaminhada ao presídio feminino de Tubarão. 
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