A 1ª Semana de Conscientização à Humanização do Nascimento já tem data marcada. Os eventos alusivos à data ocorrem nos dias 13, 14 e 15, no Bloco da Saúde da Unisul, em Tubarão, atendendo assim a lei sancionada pelo prefeito Joares Ponticelli, em agosto do ano passado, que preconiza a importância da humanização do parto. Promovida pela Fundação Municipal de Saúde, com a participação de vários parceiros, a atividade deve reunir diversos funcionários, acadêmicos, gestantes e puérperas.
Conforme a lei, que foi aprovada na Câmara de Vereadores, e é de autoria do parlamentar Paulo Henrique Lúcio, tem como objetivo unir a comunidade, profissionais e os agentes da saúde para conscientizar sobre a importância do parto humanizado. Ao decorrer desses três dias, ações, rodas de conversas, palestras e outras atividades ocorrem para envolver os presentes.
A mobilização contará com a capacitação dos profissionais para melhor atender e assistir o nascimento, oferecendo não só técnica e os protocolos necessários, como também a humanização que a gestante merece. “Hoje, os tempos são outros, antigamente os partos eram feitos em casa e não tinha técnica, agora, temos muitas técnicas e não temos a sensibilidade de antes. Então, nós precisamos trazer mais esse lado humano para o parto, deixando a gestante como a protagonista, pois é ela é o centro do procedimento”, descreve a enfermeira e coordenadora da Atenção Básica, Vanessa Venâncio.
Nesta semana de conscientização sobre a humanização do parto será colocada em prática em parceria com: a Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC), a Associação das Doulas de Santa Catarina (Adosc), o Núcleo Ampliado de Saúde da Família e Atenção Básica (Nasf-AB), Liga Acadêmica de Pediatria de Tubarão (Lapt) e Liga Acadêmica de Ginecologia e Obstetrícia – (Lago).
Para participar basta comparecer ao auditório 201 do Bloco da Saúde para assistir as palestras ou comparecer ao hall de entrada do mesmo bloco, onde ocorrerão as oficinas e rodas de conversas. “O quanto antes começarmos inserir esse conceito da sensibilidade, mas imersos eles estarão e melhor atenderemos os pacientes”, avalia a organizadora.