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Corrida contra o tempo

A atual passagem, de madeira, foi reformada e reaberta para uso às vésperas do Carnaval, no mês passado. O local havia sido interditado pela prefeitura de Tubarão em 2009, após ser constatado que não oferecia segurança aos usuários
A atual passagem, de madeira, foi reformada e reaberta para uso às vésperas do Carnaval, no mês passado. O local havia sido interditado pela prefeitura de Tubarão em 2009, após ser constatado que não oferecia segurança aos usuários

 

Zahyra Mattar
Jaguaruna
 
Após toda a polêmica em torno da Ponte de Congonhas e a assinatura da intenção de convênio entre o estado e a prefeitura de Jaguaruna, para construção da passagem de concreto, uma questão chama a atenção e preocupa.
Por se tratar de um ano eleitoral, existem prazos que precisam ser cumpridos à risca. Um deles é quanto a convênios. O começo do pagamento precisa ser iniciado até 7 de julho.
 
Caso contrário, o município só pode voltar a receber a verba após 15 de novembro. No caso da Ponte de Congonhas, o edital de licitação precisa ser lançado até o começo de abril, e já na estica.
 
Uma licitação, normalmente, leva um tempo de 45 dias. Isso se não houverem contestações das concorrentes quanto aos trâmites. Com isso, a ordem de serviço seria entregue em maio, para que a vencedora tivesse um tempo mínimo de executar qualquer coisa.
 
“Conforme a lei eleitoral, não podemos iniciar repasse de recursos de convênios após esta data. Se a primeira parcela foi paga, digamos, em 3 de julho, o restante do dinheiro pode ser enviado mensalmente, conforme as medições”, detalha o secretário de desenvolvimento regional em Tubarão, Haroldo Silva, o Dura (PSDB).
 
Pelo convênio, as prefeituras de Jaguaruna e Tubarão investirão R$ 150 mil cada. O estado entrará com R$ 600 mil. A nova travessia terá 42 metros de extensão e oito de largura. A ponte contará com uma faixa de rolamento e passagem para pedestres.
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