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Cultura Local: Dança melhora o astral, habilidade e pode ser uma grande aliada

Garopaba

Você sabe que a dança, além de liberar a endorfina, também melhora o astral? Ela também trabalha a habilidade física, a coordenação motora, condicionamento físico e flexibilidade. É vista como uma terapia em forma de atividade.

Conforme o estudante Giácomo Cristino de Souza, 24 anos, de Imbituba, conta que o movimento cura e a dança é um remédio. Há alguns anos, ele integra a Cia. Atitude, de Garopaba. “Sempre gostei de dançar, desde criança, acompanhava os festivais de hip-hop. Quando tinha 12 ou 13 anos, queria ser jogador de futebol, comecei a atuar e, por duas vezes, precisei passar por cirurgias. Para suprir o futebol, acabei escolhendo a dança”, recorda.

Além dos benefícios gerados quando praticada como atividade física regular, como o fortalecimento das estruturas musculares e, consequentemente, a proteção de articulações, ossos e ligamentos; a melhora de postura, flexibilidade, coordenação motora, ritmo, noção espacial e percepção corporal. Giácomo lembra que, por ser geralmente um exercício em grupo, a dança favorece a criação de laços afetivos. “Melhorou o bem-estar do meu corpo, inclusive, o meu raciocínio lógico para os meus estudos, deixou-me mais sociável e à vontade para falar em público, e teve grande influência na minha autoestima”, assegura. 

A Cia. Atitude tem, hoje, 16 integrantes, destes cinco são homens. O grupo já participou do ‘Se vira nos 30’, no Domingão do Faustão, da Rede Globo, e também no Programa Silvio Santos, no SBT. “No Estado, ganhamos o prêmio Elisabeth Anderlecht, um reconhecimento cultural. Dança é, acima de tudo, a arte do corpo, do movimento, da vida”, destaca.

Os registros iniciais de que os humanos ensaiaram os primeiros passos de dança, foi no chamado Paleolítico Superior, algo em torno de 50 mil anos antes de Cristo. Os povos primitivos dançavam por muitos motivos: caçadas, colheitas, ritos religiosos em celebração à natureza e aos deuses, pela guerra, pela paz, para comemorar, para lamentar… Pode-se dizer que os ancestrais dançavam para e por tudo que lhes era importante. Logo, dançar era comunicar, expressar, interagir.

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