
O fortalecimento dos órgãos de gestão ambiental e da sociedade é essencial. E, acima de tudo, a responsabilidade de cada um. “Quando falamos em fiscalização e sensibilização das pessoas, nos remetemos à questão da cidadania. Se eu a exerço plenamente, tenho ciência dos meus direitos e deveres. Não basta ver uma situação de degradação e dizer: ‘ah, isto não é problema meu, cabe ao órgão ambiental a fiscalização’. Se isso não chegar ao órgão competente, o problema continua, e o cidadão foi omisso, viu e não fez nada”, ressalta o vice-presidente do Comitê da Bacia do Rio Tubarão e Complexo Lagunar, Francisco Beltrame.
É importante denunciar, mas sempre com fundamento. Para isso, é preciso do mínimo de conhecimento. “Muitos degradam e não sabem que estão fazendo errado. Trata-se da formação educacional do cidadão”, salienta. A educação é uma questão que, segundo ele, avança positivamente. As crianças são as protagonistas deste ‘movimento’.
“São receptivas, aprendem com facilidade, parece que têm uma percepção mais apurada. Os mecanismos de aprendizagem hoje são maiores para isso, a maneira como as informações chegam. Acredito que podem ser a salvação para termos um futuro resguardado”.
Órgãos de gestão ambiental
– Fundação do Meio Ambiente*;
– Conselho do Meio Ambiente Deliberativo*;
– Fundo do Meio Ambiente (não existia, foi implantado na atual gestão)*;
– Núcleo Municipal de Meio Ambiente e Gestão para a Sustentabilidade – será instalado na Semana do Meio Ambiente, em junho;
* Três organismos de gestão ambiental obrigados a estarem estruturados
Parceiros: Comitê da Bacia do Rio Tubarão, Fatma, Conselho de Saneamento, ONGs e grupos organizados, entre outros.