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Estudantes reclamam de estrutura escolar

Banheiros sujos, com defeito e excesso de objetos espalhados pelo pátio são alguns dos problemas apontados pelos estudantes do Cedup Diomício Freitas
Banheiros sujos, com defeito e excesso de objetos espalhados pelo pátio são alguns dos problemas apontados pelos estudantes do Cedup Diomício Freitas

Angelica Brunatto
Tubarão

 
A má conservação da estrutura física da Escola Técnica Diomício Freitas, o Cedup, em Tubarão, tem tirado o sono dos estudantes. A principal reclamação é quanto às condições do banheiros.
 
Aluna da segunda fase do curso técnico em segurança do trabalho, Jéssica Koch conta que a escola não tem recebido material de limpeza do estado há algum tempo. “Os banheiros ou estão trancados ou quebrados”, lamenta. Segundo ela, apenas dois dos sete reservados femininos funcionam.
 
Os banheiros deverão ser consertados agora nas férias de julho. “A nossa cooperativa vai bancar esta obra com o dinheiro que pagamos para realizar viagens”, reclama. Ela também relata que as salas de aula estão mal cuidadas. “A minha ficou um bom tempo com a maçaneta quebrada. Também há muita coisa jogada pelo pátio”, aponta.
 
O diretor da instituição, Ademir de Oliveira, nega que haja problemas com a estrutura da escola. “Eu não sei de banheiros quebrados. Ainda ontem (quinta-feira) fechei todos eles. Para mim, é uma informação nova”, declara. 
 
O secretário de desenvolvimento regional em Tubarão, Haroldo Silva, o Dura, afirma também desconhecer estas dificuldades enfrentadas pelos alunos. “Eu não posso adivinhar tudo o que ocorre nas mais de 30 escolas do estado na região. Eles têm que avisar a gerência de educação sobre os problemas. Ademir em nenhum momento procurou por nós”, garante Dura.
 
A justificativa de Ademir é que tenta resolver os problemas internamente. “Só procuro o estado quando realmente preciso. Nós temos nos virado e comprado o que é necessário”, revela. 
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