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Família em casa condenada pela Defesa Civil pede ajuda

Casal vive em uma casa condenada com os seus três filhos pequenos. Ambos são autônomos e a renda não ultrapassa um salário mínimo por mês.

Jailson Vieira
Capivari de Baixo

Andreza da Silva Rosa, de 33 anos, é mãe de três filhos e moradora da rua João José Severino, número 1071, no bairro Três de Maio, em Capivari de Baixo. De seus filhos, a mais nova, uma menina de 4 anos, tem bronquite asmática e faz uso de bombinha. O mais velho, um garoto de 13 anos, estuda no 7ª ano do Ensino Fundamental. Já o filho mais novo, 9, está no 4º ano também do Fundamental, em uma escola pública no município.

A renda da família é de apenas R$ 937,00 por mês. Andreza está desempregada e o marido, Paulo Santos Bernardo, 32, trabalha como autônomo, ele produz casas de cães. Raras as vezes, a mulher consegue alguns serviços de manicure. Conforme ela, a menina precisa de cuidados especiais devido às crises asmáticas.
No pequeno terreno onde moram com os três filhos, o casal possui uma residência muito simples de madeira com cinco cômodos minúsculos (três quartos, um deles não pode ser utilizado pelo perigo de desabar, a sala e cozinha) e um banheiro. O telhado é precário, a forração já está cedendo, janelas e portas de madeira, a estrutura está comprometida e não aguentará por muito tempo.

“A nossa situação financeira é ruim, mal dá para sobreviver. A Defesa Civil já esteve em nossa casa e condenou o imóvel. Estamos aqui mesmo de teimosos, porque não temos para onde ir. Já solicitamos ajuda para a prefeitura, mas neste momento não há como, garantiram-nos que não há verba. Hoje o nosso melhor quarto é feito com tábua de caixaria”, lamenta Andreza.

A jovem diz que a sua situação é muito triste e pede colaboração para construir uma nova moradia. “Preciso de madeiras, pregos e janelas e portas simples que possam ajudar a dar uma casa melhor para minha família. Sinto-me humilhada. Estamos sem condições e caso ocorra algum fenômeno climático, como de outubro do ano passado, não há dúvidas que ficaremos na rua”, alerta-se.

Quem puder colaborar basta entrar em contato pelos números: (48) 999915-3598 e 99824-5761.

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