Joinville
Uma menina de apenas 6 anos é procurada pela família desde a sexta-feira da semana passada (4), em Joinville, Norte catarinense.
A informação sobre o sumiço de Ágatha Nunes Rodrigues foi confirmada pela madrasta Simone Silveira Rodrigues. Desde a separação, os pais de Ágatha têm a guarda compartilhada da filha. “Toda quarta-feira [a menina] trocava de residência, a da mãe no Vila Nova e do pai no Bom Retiro”, disse Simone. Mas, na última sexta-feira, uma situação diferente ocorreu.
A Escola Municipal Governador Heriberto Hülse, no bairro Boa Vista, onde a menina estuda no primeiro ano, entrou em contato com o pai informando que sua filha não compareceu neste dia na unidade de ensino.
Simone e o marido fizeram ligaram para mãe da menina, mas não tiveram retorno. Familiares próximos também não sabiam informar sobre o paradeiro delas.
Segundo informações da madrasta, houve novamente uma briga entre os pais pela guarda da filha. “O carro da mãe havia sido vendido na mesma semana do sumiço”, relatou.
A suspeita, segundo a madrasta, é de que a mãe tenha fugido com a filha. Ninguém da família teria visto as duas nos últimos dias e a mãe da Ágatha também não estaria atendendo as ligações. “Diz que o número não existe mais”, afirma Simone.
O caso está mobilizando centenas de compartilhamentos nas redes sociais. A menina é magra, tem olhos verdes e cabelos castanhos. Simone disponibilizou dois telefones para quem tiver informações sobre o paradeiro da enteada: (47) 997352838 ou 992594511.
O pai de Ágatha, Douglas Felipe Rodrigues, procurou a Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso de Joinville (Dpcami ) na tarde de quarta-feira (9) e registrou um boletim de ocorrência sobre o fato.
A delegada Georgia Marrianny Gonçalves Bastos, titular na Dpcami, deu esclarecimento sobre o caso. Ela informou que é a situação não é tratada como desaparecimento. “A menina está com a mãe, que se recusa a entregá-la ao pai e encontra-se em local incerto”, disse Georgia.
Ainda segundo a delegada, compete ao juiz da Vara da Infância expedir mandado de busca e apreensão em casos como este, tendo em vista a divergência no âmbito familiar. “A família foi orientada nesse sentido”, completou.
