Lily Farias
Imaruí
As investigações sobre o homem que morreu carbonizado no incêncio em um carro, em Imaruí, seguem duas linhas: A primeira é de incêndio criminoso e a outra é que o caso tenha sido mera fatalidade.
De acordo com as testemunhas, o homem estava em uma festa quando foi retirado do local após se envolver em uma briga, e estaria completamente embriagado. Ele foi direto para o carro e poucos minutos depois começou o incêndio. Os bombeiros retiraram o corpo da vítima no banco de trás do veículo. A Polícia Civil de Imaruí apura as informações e já tem ideia de quem pode ter morrido no incêndio e aguarda confirmação do IML.
De acordo com o delegado Walter Loyola, é possível que tenha havido uma retaliação por parte do outro envolvido na briga, mas ele também não descarta a possibilidade de uma pane elétrica ter iniciado o fogo. Walter diz que todos os caminhos levam à segunda hipótese.
Isso porque o irmão do homem carbonizado deu depoimento ontem (23), na delegacia em Imaruí, e relatou que o carro apresentou problemas na parte elétrica durante o dia todo.
“É possível que ele estivesse muito embriagado e não tenha se dado conta do início das chamas, ou pode ter dormido no carro, ou acendeu um cigarro. Estamos lidando com muitas probabilidades que só serão confirmadas quando o laudo estiver pronto.
O corpo da vítima segue no IML de Tubarão para confirmação da identificação. Nesta segunda (23), o legistas fizeram imagens da arcada dentária, enviaram para Florianópolis e aguardam uma confirmação. Caso não seja possível fazer o reconheimento por meio deste exame, o reconhecimento será feito por exame de DNA.
