Capivari de Baixo
A inexistência de instituições de saúde públicas especializadas no tratamento de dependentes químicos pautou um debate na câmara de vereadores de Capivari de Baixo, com a participação de representantes da sociedade. Para amenizar o problema, foi proposta a realização de convênio do poder público local com clínicas particulares.
A representante do Conselho Tutelar de Capivari de Baixo, Louizi Cristina Eick, lamentou a inexistência de clínicas conveniadas com o SUS. “Em alguns casos, até mesmo para internação compulsória determinada pela justiça, não se consegue vaga em clínicas particulares”, avaliou.
A fragilidade da legislação brasileira ao tratar da criminalidade que envolve o porte e a venda de drogas e a insuficiência das estruturas de segurança pública para reprimir o tráfico foram os principais temas abordados. A educação foi apontada como o principal caminho para a prevenção.
A professora Maria Aparecida Alano criticou as drogas lícitas, em especial o álcool e o cigarro, que, em sua visão, abrem as portas para o mundo das drogas ilícitas. O deputado estadual Sargento Soares, convidado para a discussão no mesmo enfoque, defendeu educação em tempo integral para crianças e adolescentes “consumirem” seu tempo e energia.
Audiências regionalizadas para discutir a segurança pública do estado são organizadas pela Comissão de Segurança Pública. No sul, a reunião será em Tubarão, no próximo dia 5.
