Carolina Carradore
Tubarão
Você sabe o mal que causa o descarte indevido de pilhas de uso doméstico? E a dispensa irregular do óleo de cozinha? Em Tubarão, ficou mais fácil auxiliar o destino certo desses materais, que provocam danos irreparáveis ao meio ambiente e à própria saúde. O escritório modelo da Unisul lança a campanha “Meio Ambiente Sadio – Direito do Cidadão”, para conscientizar a população da importância da reciclagem.
Desde a semana passada, a Casa da Cidadania serve como ponto de coleta permanente de pilhas, baterias e óleo de cozinha. Orgazinada por alunos e professores do curso de direito da Unisul, a campanha visa fazer cumprir a legislação do conselho Nacional do Maio Ambiente (Conama). Todos os pontos de pilhas e baterais do país, por determinação do Conama, têm até o fim do ano para oferecer aos consumidores postos de coleta para receber os produtos descartados.
Todo o material recolhido estará disponível às empresas interessadas em coletar e trabalhar com reciclagem ou serão entregues diretamente aos fabricantes. Em princípio, os objetos utilizados para reciclagens serão doados, mas a coordenadora da Casa da Cidadania e professora do escritório modelo, Amanda Pizollo, não descarta a possibilidade de comercializar esse material e destinar o recurso a entidades da cidade. “Nossa ideia é mais tarde podermos realizar um projeto maior que possa, além de gerar o ganho à saúde ambiental, também alcançar finalidade de cunho social, com a reversão de recursos com a reciclagem a toda sociedade”, ressalta a coordenadora.
Armazenamento
O óleo de cozinha usado deve ser armazenado em garrafas pets. O produto pode ser transformado em material de limpeza, cosméticos, fertilizantes e biodiesel.
Nojento
O óleo é o grande vilão do meio ambiente. Jogado no ralo da pia da cozinha, o acúmulo pode causar entupimentos, refluxo de esgoto e até rompimentos das redes de coleta. A camada gerada no cano da pia também acumula resíduos, um prato cheio para proliferação de insetos.