A Polícia Civil de Praia Grande, Litoral de São Paulo, apura a autoria de estupro a vulnerável praticado contra uma garota de 12 anos
O crime aconteceu no sábado (10), quando a jovem se dirigia à igreja para aula de catequese. A investigação procura um homem descrito como magro, negro, vestindo camiseta amarela, bermuda jeans escura e com tatuagem colorida de uma mulher, que cobre o braço esquerdo até a mão.
De acordo com o relato da garota, ela caminhava quando foi abordada pelo rapaz, que estava em uma bicicleta. O acusado perguntou a direção de um endereço e a menina explicou o melhor caminho para o local indicado.
O rapaz indagou, então, para onde a vítima iria. Ela respondeu que tinha como destino a igreja da comunidade e que estava atrasada para o encontro semanal de estudo bíblico.
Mostrando-se solícito, ele ofereceu carona à menina, que negou o convite. Foi quando, mediante violência, o suspeito obrigou a jovem a subir na garupa da bicicleta.
Ao passar pela igreja, a menina insistiu para que a deixasse naquele local. O rapaz negou o pedido, disse precisar de um favor e que “seria rápida” a sua ajuda. Três quadras à frente, o suspeito entrou com a jovem em uma construção abandonada e exigiu que ela levasse um saco de cimento que ele portava para os fundos o imóvel.
Nesse momento, ele passou a assediá-la. A garota pediu para que o rapaz a deixasse ir embora, mas o suspeito negou, despiu a menina e, sob violência, praticou o ato sexual.
Após consumar o estupro, o acusado virou-se de lado. Foi a única ocasião que a menina teve para se livrar do opressor. Ela correu em direção à igreja e contou à professora de catequese o ocorrido.
A mãe da menina foi chamada pela educadora, e as duas foram direcionadas à Delegacia Sede, onde o caso foi registrado. O exame de corpo delito feito no Instituto Médico Legal (IML) de Praia Grande comprovou a violência sexual. O acusado está foragido.
