Tubarão
A caracterização das lesões hepáticas focais tem grande importância clínica. Por enquanto, a ressonância magnética com contraste intravenoso (gadolínio extracelular, habitualmente usado na prática radiológica) é considerada o melhor método de imagem para a avaliação dessas lesões. Mas tal contraste não permite o diagnóstico de todas as lesões, que permanecem com diagnóstico indeterminado.
No entanto, o contraste hepatobiliar, agora disponível no Centro de Diagnóstico e Imagem Socimed & Pró-Vida, aumenta a precisão diagnóstica da ressonância magnética, além de diminuir o número de lesões hepáticas indefinidas, conforme explica o radiologista Murilo Silvério, do Centro de Diagnóstico e Imagem Socimed & Pró-Vida.
De acordo com Silvério, os efeitos adversos são raros e muito parecidos aos relatados com o contraste utilizado em exames convencionais, o gadolínio extracelular, devendo ser evitados nos pacientes com clearance de creatinina 30 ml/min.
“A utilização dos contrastes hepatobiliares pode reduzir a necessidade de procedimentos diagnósticos invasivos e de avaliação complementar por outros exames de imagem, além de diminuir a necessidade de exames de acompanhamento”, afirma Silvério.
Principais indicações
• Diferenciação entre hiperplasia nodular focal e adenoma;
• Caracterização de carcinoma hepatocelular em pacientes com cirrose;
• Detecção de metástases hepáticas pequenas;
• Avaliação da anatomia biliar;
• Identificação de fístulas biliares pós-operatórias.
