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Obra deve ficar pronta antes do prazo

As obras de remoção do banco de areia começaram no último dia 1º. O investimento do estado é de R$ 688.360,50, para a dragagem de 92.150 metros cúbicos de material
As obras de remoção do banco de areia começaram no último dia 1º. O investimento do estado é de R$ 688.360,50, para a dragagem de 92.150 metros cúbicos de material

 

Zahyra Mattar
Jaguaruna
 
A remoção do imenso banco de areia que se formou em frente à boca do canal da barra do Camacho, em Jaguaruna, segue em bom ritmo e dentro do cronograma. Ainda que o contrato, firmado entre gerência da Cidasc em Tubarão e a secretaria de desenvolvimento regional local, preveja um período de oito meses para a obra ser finalizada, é bem possível que tudo seja concluído em seis meses.
 
“Desde a construção dos molhes, entre 1993 e 1994, esta é a sexta vez que efetuamos os trabalhos de desassoreamento do local. A diferença desta vez é que não dragamos o canal, apenas efetuamos a remoção do banco, formado pelo movimento da maré”, detalha o gerente regional da Cidasc, Claudemir dos Santos.
 
Aproximadamente mil famílias dependem diretamente ou indiretamente do pescado retirado das lagoas do Camacho, Santa Marta e de Garopaba do Sul.
 
A entrada da água do mar possibilita o aumento da salinidade nas lagoas e o ingresso de peixes e crustáceos. A obra garante safras fartas. Por temporada, os pescadores que atuam na localidade chegam a retirar uma média 400 toneladas de camarão e duas mil toneladas de peixes das lagoas.
 
Além disso, este trabalho preventivo é vital para reduzir o risco de cheias na bacia do Rio Congonhas (Jaguaruna, Tubarão, Laguna e Treze de Maio). A última abertura da barra ocorreu entre agosto e novembro de 2007, quando foram removidos mais de 76 mil metros cúbicos de areia. Diferente de agora, na época o trabalho foi feito em toda a extensão do canal.
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