Silvana Lucas
Tubarão
Estudar no exterior pode facilmente deixar de ser apenas um sonho. Para alcançar este objetivo, existem muitas formas, desde intercâmbios escolares, programas de línguas estrangeiras até a conquista de bolsas de estudos e pesquisas.
“Ter direcionado qual o destino, a disponibilidade de tempo, o que realizar e quais são os limites nesta conquista são alguns questionamentos que devem ser respondidos pelo candidato que pretende fazer um intercâmbio”, orienta Herley Cesar Reinert, organizador da Caravana Cidadão do Mundo, feira de intercâmbio realizada ontem na Unisul, em Tubarão.
Atualmente, o acesso aos estudos no exterior pode ocorrer de inúmeras formas e organizações. “Planejar é o principal na conquista de um intercâmbio. Com a valorização econômica do Brasil por parte dos países desenvolvidos, muitas portas foram abertas. Surgiram com isto muitas oportunidades e a profissionalização do setor. Várias escolas de idiomas também investiram em parcerias e as novas tecnologias facilitaram o acesso as informações”, conta Herley.
O programa Ciência sem Fronteiras é um exemplo de caminho. “Desde que foi lançado o programa federal, muitos brasileiros tiveram acesso aos estudos nas melhores escolas do mundo. Basta então o aluno ficar bem informado e se organizar para que as boas oportunidades apareçam”, completa Herley.
Estudar no exterior é a principal meta do aluno de ensino médio Vitor Borges de Souza. “Após terminar meus estudos básicos, antes de fazer uma graduação por aqui pretendo cursar inglês para falar fluentemente e somente depois escolher uma profissão”, conta Vitor.
Aluna em intercâmbio
Há dois meses e meio no Canadá, a tubaronense Vitória Calegari Vechi, 16 anos, realiza uma intercâmbio de inglês em Ottawa e faz High School. Decisão apoiada pelos familiares. “Assisti a uma palestra no colégio sobre estudar no exterior e me interessei bastante, principalmente para aprender uma cultura nova, fazer amigos e aprimorar o meu inglês”, conta Vitória.
Pelo programado serão seis meses, prazo que a estudante gostaria de ampliar. “Se ano que vem eu não fosse cursar o terceirão na Cidade Azul e se a saudade de casa não fosse grande, eu ficaria mais tempo por aqui. Conheci vários lugares e divido experiências com a família que moro atualmente. Conhecimento que levarei para vida toda”, finaliza Vitória.
