Jaguaruna
Com a expectativa do funcionamento, em breve, do terminal aéreo, salas comerciais e espaços físicos para propaganda já estão prontos para comercialização. Atualmente, já existem espaços comerciais, divisórias de vidro, paredes públicas e carrinhos de bagagem que estão prontos para funcionar.
São seis salas disponíveis, incluindo restaurante e cafeteria, além de janelas e locais internos para propaganda. No lado externo do aeroporto há também espaços para outdoor e paredes no estacionamento privativo. No interior da edificação existem também 120 carrinhos de bagagem para locação.
A cafeteria Domy’s Coffe&Tea, uma filial nova iorquina da empresária Silvia de Cordova, já tem espaço garantido.
Auxílio às aeronaves
Importante para realizar inspeção visual no aeródromo, o veículo, também conhecido como Posto de Controle Móvel (PCM), está à disposição no terminal aéreo Humberto Ghizzo Bortoluzzi.
De acordo com o superintendente da RDL Aeroportos, Fernando Castro, o equipamento é importante para limitar os espaços das aeronaves.
Com o veículo, a gerência de operações poderá inspecionar toda área do aeroporto, incluindo pátio de aeronaves, taxyways e pista, importante na verificação de objetos, como parafusos, pedras e outros que possam ser sugados pelas turbinas dos aviões e causar danos às aeronaves e possíveis acidentes no aeródromo.
“Com esse veículo será possível também realizar a vistoria diária na cerca que protege todo o sítio aeroportuário”, ressalta Fernando.
Manutenção dos espaços
A subestação de energia passou por reparos ao trocar os transformadores que, segundo o gerente de infraestrutura e planejamento da RDL Aeroportos, o engenheiro Edson Medeiros de Oliveira, com a mudança de um de 45 kilovoltamperes por outro de maior capacidade.
“Com a troca do transformador de 45 para 300 kilovoltamperes aumenta a capacidade de energia disponível para o aeroporto. Isto é importante para manter todos os equipamentos prontos para funcionar”, afirma Edson. O antigo aparelho foi emprestado pelas Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc), para poder ter energia no local, porém, a capacidade era pequena para o uso no aeroporto.
A equipe de infraestrutura também realizou limpeza e reaperto geral na subestação. “Essa manutenção é essencial, trabalho que é realizado anualmente, mas como o terminal fica em uma região de praia, esse trabalho de limpeza deve ser realizado com frequência”, declara o gerente.
Diariamente, o técnico efetua uma vistoria na subestação, sala de geradores e casa de bombas. O aeroporto está localizado em uma área onde a maresia é muito presente, o que ocasiona depósitos sobre os equipamentos de pequenas partículas de água salgada. Com o tempo, acabam por favorecer um caminho para corrente, que podem provocar curto-circuito e desarme da rede de energia.
Aberto às visitações
Entregue pelo governo do estado e a empresa RDL Aeroportos no ano passado, o terminal de passageiros tem capacidade para receber voos com até 189 pessoas, local que já está pronto para receber visitas que, em breve, estará em operação para voos.
O terminal está à disposição para salas comerciais, restaurantes e cafeterias. O espaço fica aberto de segunda segunda. Grupos escolares também podem entrar mediante agendamento prévio com a gerência administrativa e de segurança do local.
Cuidados com a água
O sistema de água potável na Estação de Tratamento de Água (ETA), do Humberto Ghizzo Bortoluzzi, passou por uma revisão da automação. Segundo o gerente de infraestrutura e planejamento da RDL Aeroportos, engenheiro Edson Medeiros de Oliveira, com a revisão, todo o sistema de bombeamento de água potável e futuramente a reutilização da água da chuva, funcionará de maneira automática. Dentro do cronograma de serviços, as cisternas e caixas d’água superiores também foram limpas. “Este processo é fundamental para a saúde de todos que trabalham e vão passar pelo Aeroporto”, explica Edson.
Invasão é crime
Com uma aérea de 311 hectares e totalmente cercado com 12 mil metros de cerca extremamente resistente, a RDL Aeroportos investiu mais de R$ 20 mil na recuperação dos trechos que foram danificados por pessoas que invadiram o sítio do aeródromo. Segundo o alerta do gerente administrativo e de segurança da RDL Aeroportos, Walmir dos Santos Silva Júnior, invadir esse espaço é crime.
“Iniciamos o trabalho no ano passado e agora precisamos alertar a população. Muitos cortam a grade de segurança para caçar, ou algum animal pode entrar e ocasionar um acidente grave, principalmente quando os aviões estiverem em operação”, reforça Walmir.
Diariamente, uma equipe realiza a vistoria em todo local para verificar se há cortes nas telas. Placas identificam a proibição na entrada, que já estão afixadas em todo terminal. Entregamos pessoalmente aos proprietários de terrenos das proximidades, documentos explicativos das leis e punições para quem entrar no aeródromo”, alerta o gerente.
Vidros seguros
Com uma aérea de 311 hectares e totalmente cercado com 12 mil metros de cerca extremamente resistente, a RDL Aeroportos investiu mais de R$ 20 mil na recuperação dos trechos que foram danificados por pessoas que invadiram o sítio do aeródromo. Segundo o alerta do gerente administrativo e de segurança da RDL Aeroportos, Walmir dos Santos Silva Júnior, invadir esse espaço é crime.
“Iniciamos o trabalho no ano passado e agora precisamos alertar a população. Muitos cortam a grade de segurança para caçar, ou algum animal pode entrar e ocasionar um acidente grave, principalmente quando os aviões estiverem em operação”, reforça Walmir.
Diariamente, uma equipe realiza a vistoria em todo local para verificar se há cortes nas telas. Placas identificam a proibição na entrada, que já estão afixadas em todo terminal. Entregamos pessoalmente aos proprietários de terrenos das proximidades, documentos explicativos das leis e punições para quem entrar no aeródromo”, alerta o gerente.
